Cumprem agenda no governo os aumentos nas taxas inflacionárias, os altos índices da taxa de juros e a desvalorização da moeda.
Por quem esperou-se uma facilitação de empreendimentos os quais deveriam, à princípio, reduzir as cargas de taxas sobre os produtos e arregimentar o valor do salário para que se pudesse incorrer em uma maior disposição para com o consumo e , logo , também relativo a movimentação da economia; e, ainda, aliando-se ao baixo crescimento do PIB nacional e o crescimento econômico a montantes irrisórios, a expressa crise aproxima-se aos poucos do bolso dos brasileiros.
Soluções para tais problemas são pauta diária dos governantes, tendo o ministério da fazenda de ir constantemente à imprensa para explicar quais medidas estariam sendo tomadas, e, tranqüilizar a população.
Os reflexos deste momento político já começaram a ser sentidos um ano antes do processo eleitoral que tomará de conta do país, as propostas de pré-candidatos avolumando os clarins e a mídia digital.
Gerada pelas manifestações espalhadas por todo o país desde o mês de junho, a especulação financeira dá lugar a um cenário pessimista e amedrontador; o povo novamente vê-se contra a parede se o desenvolvimentismo não gera emprego e o valor salarial não presta ao pagamento das contas, a avolumarem-se.
Impresso ainda num anseio global, o emparedado sistema capitalista prova não deter, de uma por todas, a resolução da problemática que cria sistematicamente partindo de sua origem no liberalismo e avançando ao delírio capital que empreende a nova política neoliberal.
Respira-se, tratamento de classes como exemplo, um ar amofinado; o que quer dizer, que mesmo a miséria em vias de ser, se não pormenorizada, amenizada pelas políticas de envolvimento do governo com a sociedade, prática à qual vai desvinculado o assistencialismo comum dos anos predecessores da era PT, o Brasil ainda estar longe de ter quitadas suas dividas com a sociedade.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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