Tenha-se a noção de um grupo político unido e verá quanto é importante para a realização de um trabalho em conjunto o empenho das partes.
Ocorrido durante os dias 11 e 12 de dezembro, no Complexo das Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará, o II Seminário dos Direitos Humanos, marcou um momento político para os seus feitores na pessoa da deputada estadual Eliane Novais.
As atividades, dadas ao longo dos dois dias, contaram com a participação de vários setores organizados da sociedade civil. A presença de grandes nomes da casa, quais o do deputado Paulo Facó, que abriu a pauta no primeiro dia em um segundo momento, pela parte da tarde; o de Lula Morais, abrindo o segundo dia; da própria Eliane; de Mário Mamede; contando também com o prestígio de Sergio Novais, o debate correu com tranqüilidade, conquanto pontuados com veemência a problemática do tema além da importância de opiniões destacadas, de valor individual para todos ali.
O momento em que Eliane surge, tomada às lágrimas pela emoção compartilhada com os demais, insurge bem como uma evidência de que o trabalho, honesto e voltado para o serviço público, quando feito com paixão, de modo ou de outro, traz conseqüências positivas; alienada a superestrutura dominante em detrimento do labor de um ofício deveras empolgante na medida em que profícuo e deliberante.
Uma doma de otimismo para com o futuro do mandato, em vias de crise devido à derrocada de Elmano de Freitas nas últimas eleições – candidato apoiado pela ala histórica do PSB, dissidente do grupo oligárquico governamental -, ascendeu, incidindo sobre as entidades partícipes. Esta, a maneira política de uma guerreira reconhecida pela população e legitimada por seus colegas.
Por marés que se nadem, o cenário adverso e ainda a esperança das minorias, de que servindo e erigindo seu estilo, a deputada Eliane Novais retenha no poder a qualidade de lutadora pelos direitos sociais civis, estarão os defensores da dignidade e cidadania, conscientes de que é necessário permanecer nesta luta, sem descanso, auferindo o valor detido às camadas mais necessitadas, ao povo em sua essência.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Senão dos Royalties
Evidente, o veto da presidência aos royalties do petróleo encontrado sob camada de sal em extensão do território nacional surge importante de serem delegados os mesmos a investimentos de prioridade técnica, ante a protelá-los a empreendimentos de natureza física, daí uma oportunidade para quem sempre pregou que o país precisara, durante muito tempo não podendo ser feito, de ações voltadas para as áreas principalmente de educação, saúde, segurança, etc.
Empregar dinheiro nesses pontos, com visão de longo prazo, erradicaria uma demanda antiga, para com estas necessidades. Realçaria a condição nova de emergente, servindo ainda para deflagrar um título de nação de classe média, processo em andamento desde os últimos governos, a saber, sintetizar na possibilidade de reversão monetária em aplicações que trouxessem crescimento cultural e de apreço social; fazendo do Brasil o escopo que agora o envolve, pelo menos por dez anos daqui pra frente.
Se não esbarrar em entraves corruptores, os royalties deverão gerir aqui uma rede de possibilidades, processos que refratam nosso atual posto no cenário globalizado; diligência esta capaz de acelerar a economia e elevar o conceito dos brasileiros nos quadros mundiais.
É claro.
Simples ver deste modo, que a efusão de um bem, muito embora não durável, mas que retenha valor de riqueza esplêndido, como o dos combustíveis fósseis, passando-nos de importadores para exportadores deste é um caso de única oportunidade para a insurgência de um povo auto-suficiente, financeira quanto ideologicamente, um senão representativo de um momento efusivo por qual passam todos os filhos desta grande pátria; e falando-nos disso, o desejo em fixarmo-nos independentes clama alto.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Empregar dinheiro nesses pontos, com visão de longo prazo, erradicaria uma demanda antiga, para com estas necessidades. Realçaria a condição nova de emergente, servindo ainda para deflagrar um título de nação de classe média, processo em andamento desde os últimos governos, a saber, sintetizar na possibilidade de reversão monetária em aplicações que trouxessem crescimento cultural e de apreço social; fazendo do Brasil o escopo que agora o envolve, pelo menos por dez anos daqui pra frente.
Se não esbarrar em entraves corruptores, os royalties deverão gerir aqui uma rede de possibilidades, processos que refratam nosso atual posto no cenário globalizado; diligência esta capaz de acelerar a economia e elevar o conceito dos brasileiros nos quadros mundiais.
É claro.
Simples ver deste modo, que a efusão de um bem, muito embora não durável, mas que retenha valor de riqueza esplêndido, como o dos combustíveis fósseis, passando-nos de importadores para exportadores deste é um caso de única oportunidade para a insurgência de um povo auto-suficiente, financeira quanto ideologicamente, um senão representativo de um momento efusivo por qual passam todos os filhos desta grande pátria; e falando-nos disso, o desejo em fixarmo-nos independentes clama alto.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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