Após adiamento de viagem em visita ao presidente Barack Obama, aportou Dilma Roussef às paragens de Nova York para definir o imbróglio da espionagem americana, delatada por Edward Snowden, ex-agente da Agência de Segurança Nacional (NSA), gerado quando este revelou segredos sobre monitoramento do governo dos Estados Unidos das linhas telefônicas e redes ao redor do mundo.
Procurando por Obama para discutir, em particular, o assunto Dilma mostrou-se decepcionada com a disposição dele para um possível pedido de desculpas e retratamento pelo fato consumado. Abrindo a reunião Das Nações Unidas, a presidenta vociferou um discurso contundente, no qual foram abordados os preâmbulos de soberania nacional desnorteados na prática sob quem o maior cargo executivo planetário invadira a privacidade e ferira o decoro, perturbando as relações diplomáticas entre os dois países aliados.
O posicionamento de Dilma, contornou algo em aviltar para longe uma subcondição a que estaria defasado o Estado brasileiro, prendendo a atenção dos demais estados presentes representativamente por seus líderes à reunião. Usando de palavras fortes, para enfatizar repúdio ante a ação de espionagem, pode a presidenta ter angariado louros à imagem do Brasil no exterior, tendo deixado claro não estar nem um pouco satisfeita com o processo em andamento.
Para nós brasileiros, uma atitude no sentido da emancipação política, coloca a determinação em continuar crescendo que parte de uma vontade popular, advinda de Dilma em relação ao caso Edward Snowden, refresca no seio dos cidadãos um sentimento de estar sendo representado com dignidade pelos seus gestores.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
O Empório PSB
Por dias, a pauta jornalística, segue os rumos do PSB.
Eduardo Campos, presidente da sigla, anunciou a saída do partido dos cargos ocupados no governo, e gerou um rebuliço geral nos bastidores; as especulações ocupando as páginas dos jornais, convites para o ingresso a agentes políticos de renome, decisões tomadas ao calor do momento provocaram turbulência à ponto de gerar comentários contrários e críticas.
De fato, a saída pessebista fora recebida como uma ação contemplativa para o consentimento de mais cargos aos partidários e, consequentemente, o crescimento no quando já fortalecido desde as últimas eleições.
As más línguas atribuem tal atitude a uma vontade de ganhar poder aliando-se à direita; e, a isso a mesma oposição deixa nublados os horizontes, no que as acusações partam principalmente do Partido dos Trabalhadores. Realmente, um afastamento da situação – inda resguardada – poderia confluir em um pacto entre PSDB e PSB, algo a naturalmente prosseguir da decisão, porém apenas verossimilhante enquanto nada absolutamente se faça no sentido de atrelar a si uma ideologia própria, a servir de base idealista para as futuras decisões daí advindas.
Por outro lado, as acareações promovidas por Campos e seus aliados – os Novais, da ala histórica – refletem ainda uma posição de progressividade na proporção de votos conseguida nas últimas eleições, e mais, a necessidade de um novo projeto político para o país, em uma palavra, o cumprimento destas atribulações deveria levar à política uma alternativa de governo além da polarização, aliás, uma marca histórica do levante brasileiro, que deve angariar forças para propor a mudança.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Eduardo Campos, presidente da sigla, anunciou a saída do partido dos cargos ocupados no governo, e gerou um rebuliço geral nos bastidores; as especulações ocupando as páginas dos jornais, convites para o ingresso a agentes políticos de renome, decisões tomadas ao calor do momento provocaram turbulência à ponto de gerar comentários contrários e críticas.
De fato, a saída pessebista fora recebida como uma ação contemplativa para o consentimento de mais cargos aos partidários e, consequentemente, o crescimento no quando já fortalecido desde as últimas eleições.
As más línguas atribuem tal atitude a uma vontade de ganhar poder aliando-se à direita; e, a isso a mesma oposição deixa nublados os horizontes, no que as acusações partam principalmente do Partido dos Trabalhadores. Realmente, um afastamento da situação – inda resguardada – poderia confluir em um pacto entre PSDB e PSB, algo a naturalmente prosseguir da decisão, porém apenas verossimilhante enquanto nada absolutamente se faça no sentido de atrelar a si uma ideologia própria, a servir de base idealista para as futuras decisões daí advindas.
Por outro lado, as acareações promovidas por Campos e seus aliados – os Novais, da ala histórica – refletem ainda uma posição de progressividade na proporção de votos conseguida nas últimas eleições, e mais, a necessidade de um novo projeto político para o país, em uma palavra, o cumprimento destas atribulações deveria levar à política uma alternativa de governo além da polarização, aliás, uma marca histórica do levante brasileiro, que deve angariar forças para propor a mudança.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Entraves do PSB
Chega a um ponto crítico o imbróglio que envolve os partidos com candidatos ao páreo de 2014. As relações partidárias, parte delas em pleno andamento, mostram-se, por parte de seus representantes, em um fulgor representativo de antecipar o processo político, em vias de busca por partidos de representação política a angariar maiores chances na competição.
A aproximação do clã cidista com o governo encabeça a disparidade contra a candidatura do presidente do seu partido (PSB), Eduardo Campos; que promete lançar-se como candidato e romper com Dilma, sua mais forte concorrente. Em vias de fato, se os Ferreira Gomes decidirem da saída do PSB para manter a aliança com a presidenta, o isolamento a que estará exposto Campos deverá acarretar na busca por aliados entre mesmo os socialistas; tendo sido convidados os irmãos Novais, Sérgio e Eliane, para uma conversa a portas fechadas sobre o seu destino nas próximas eleições.
Chegado ao patamar em que encontra-se, o embate releva um fortalecimento da ala peessebista de quem a conquista de um lugar entre os grandes aflui quase como tendência natural; uma possível aliança com o PSDB de Aécio Neves tendo inclusive sido considerada, mas sem ter sido posta a termo ainda.
Expedir uma nota, após esse encontro, é o requerimento da populaça militante do PSB histórico, o qual depende de uma decisão que está em vias de ser tomada.
Sérgio Novais, o membro da executiva nacional do PSB, alegara há algum tempo, ainda, uma possível mudança para a Rede Sustentabilidade – partido de Marina Silva -, se não houvesse acordo com Campos.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
A aproximação do clã cidista com o governo encabeça a disparidade contra a candidatura do presidente do seu partido (PSB), Eduardo Campos; que promete lançar-se como candidato e romper com Dilma, sua mais forte concorrente. Em vias de fato, se os Ferreira Gomes decidirem da saída do PSB para manter a aliança com a presidenta, o isolamento a que estará exposto Campos deverá acarretar na busca por aliados entre mesmo os socialistas; tendo sido convidados os irmãos Novais, Sérgio e Eliane, para uma conversa a portas fechadas sobre o seu destino nas próximas eleições.
Chegado ao patamar em que encontra-se, o embate releva um fortalecimento da ala peessebista de quem a conquista de um lugar entre os grandes aflui quase como tendência natural; uma possível aliança com o PSDB de Aécio Neves tendo inclusive sido considerada, mas sem ter sido posta a termo ainda.
Expedir uma nota, após esse encontro, é o requerimento da populaça militante do PSB histórico, o qual depende de uma decisão que está em vias de ser tomada.
Sérgio Novais, o membro da executiva nacional do PSB, alegara há algum tempo, ainda, uma possível mudança para a Rede Sustentabilidade – partido de Marina Silva -, se não houvesse acordo com Campos.
Pedro Costa
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
Transparência do Voto
Reticente quando secreto, o voto deixa de transmitir poder à população na medida de se mostrar necessário saber, no decorrer das votações, o posicionamento dos legisladores feitores das leis.
Quando abrevia-se o jugo de projetos à prática que protege quem opta por uma absolvição de algures em trâmite dentro do processo político, mister faz-se saber de quem fora o posicionamento tomado relevante à questão imposta; o saber sobre os prós e os contras, importante para seja claro para o cidadão o caráter de escolha do parlamentar.
Evidente a consternação tomado por aberto o voto, assemelha-se a medida com um procedimento relativo a tomada de decisões concatenadas em levar a corrupção ao seu termo.
Pedro Costa
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Quando abrevia-se o jugo de projetos à prática que protege quem opta por uma absolvição de algures em trâmite dentro do processo político, mister faz-se saber de quem fora o posicionamento tomado relevante à questão imposta; o saber sobre os prós e os contras, importante para seja claro para o cidadão o caráter de escolha do parlamentar.
Evidente a consternação tomado por aberto o voto, assemelha-se a medida com um procedimento relativo a tomada de decisões concatenadas em levar a corrupção ao seu termo.
Pedro Costa
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