Espremidos na pauta midiática do dia, acercamo-nos dos reclames sob os quais a decisão ministerial da Ação Penal 470, o processo do mensalão, julgara e executara ordem de prisão aos envolvidos no esquema de desvio de dinheiro público para partidos políticos.
Vemo-nos alavancados a torcer pela condenação à privação de liberdade deles, uma vez que tomamos por uma punição aceitável o recluso domiciliar concedido ao Genuíno – por um caso mais sério de saúde – ou, a gerência de hotel por quem passa José Dirceu agora como vínculo empregatício. Os petistas defendem a fuga de Pizzolato, do Banco do Brasil, para a Itália, onde não poderá ser julgado. Nada disso parece com um desfecho elementar, trivial de um inquérito comum; apenas ao legado do costume de que os poderosos sempre se safam das maiores maracutaias que cometem, está a opinião pública consternada com este circo – cadeia para todos, aí sim, uma cousa certa a se fazer não respeitando cargos ou poderio referente ao réu.
Prejudicados ficamos.
Se em cada nova admoestação, muito embora houvera a condenação, esperemos as penas a serem cumpridas este circo no qual tornou-se toda a grande patota de mesma medida, o que poderemos esperar para os futuros debandes de políticos que extraviam a si próprios para outro país; ou aos que acontecem de receber exorbitantes salários em tendo perdido seus direitos, e ainda, alegando problemas de saúde para aliviar a prisão?, senão vejamos: os petistas continuam no poder, a oposição está a ver navios mesmo após ter conseguido com a agremiação fossem penalizados seus opositores e uma vertente das manifestações das ruas, conformam o quadro finalizado sob um último golpe mais uma vez sobre o povo.
Vingaremos a passagem para uma cena improvável, a saber, que quem pratique um crime tenha por jugo sua pena correspondente; e não este cadafalso em que cada qual usa do poder para resfolegar ao quanto se possa por força de suas grinaldas – as noivas do mensalão deverão pagar com mais um casamento entre a infâmia e a falta de vontade política.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
terça-feira, 26 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Causos de um Brasil Formal
Talvez a mais significativa carta de alforria do Estado brasileiro tenha vindo, aos pastos do novo milênio, com a figura polêmica do então Presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa; um aluno do magistério da vida que galgou os mais altos degraus do judiciário e hoje encontra-se no comando do julgamento do processo do Mensalão.
Mesmo às controvérsias que existem relativas ao bom funcionamento do STF, a liderança preponderante do magistrado, argüindo seus colegas sobre as questões de ética e práxis política, ecoa nas porções mais abrangentes da grande mídia gerando ao redor de si uma aura de indiscutível decoro, honestidade e exemplo de trabalho.
Ao rigor dedicado ao caso, premeditadas as conseqüências de atos corruptores, cabe lembrar a versão dirigida a público por Barbosa, a de que os réus seriam passivos de condenação não importasse o cargo ocupado no poder; prensando a lei ao seu cumprimento, o ministro reacendera a chama da legalidade, cumprindo seu dever em sessões no judiciário, muito embora lentas, que efetivaram o toque da casa em fazer padecer por crimes cometidos, os políticos corruptos, bem como condenando-os.
Foge aqui, quem esteve sob corpo armado do Estado, saber das ilibações referenciadas dos agentes punitivos presentes na Constituição; de fato a promessa de cadeia para crimes de omissão ou participação direta no imbróglio, resta como uma pendência, por seu formato inédito dentro da comissão judiciária estatal, mas, se foram aplicados os valores constituintes, é verdade que em finalidade cumpriu-se um dever.
Joaquim Barbosa esteve à frente do processo durante todo o período no qual se deu; passando por votação inclusive dos embargos a quem estariam, por direito, submetidos os réus. Cada qual enveredado à pena consecutiva à gravidade de sua improbidade.
Hoje, com os condenados apresentando-se aos conchaves à justiça, o Brasil parece entender o que realmente aconteceu: por onde enxergou-se uma medida de impostura e arrogância – inda que numa visão inicial – à respeito do Ministro Barbosa, uma efetiva combinação de poder e coerência elevou a estima da ala governista para com os brasileiros comuns, agora tendo uma referência para quem os crimes de corrupção ativas serão, tendo como exemplo o caso do Mensalão, devidamente punidos.
Mesmo sob esta faceta à qual atribui-se ao brasileiro o caráter de ímprobo, há dentro do programa de governo (não apenas o atual, mas o processo por completo) previsão de uma nação, se não versada à glória, pelo menos direita em proceder de maneira em que seus cidadãos possam assistir satisfeitos a punição de atos como os que deram-se até aqui, remetidos a um recorte histórico específico.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Mesmo às controvérsias que existem relativas ao bom funcionamento do STF, a liderança preponderante do magistrado, argüindo seus colegas sobre as questões de ética e práxis política, ecoa nas porções mais abrangentes da grande mídia gerando ao redor de si uma aura de indiscutível decoro, honestidade e exemplo de trabalho.
Ao rigor dedicado ao caso, premeditadas as conseqüências de atos corruptores, cabe lembrar a versão dirigida a público por Barbosa, a de que os réus seriam passivos de condenação não importasse o cargo ocupado no poder; prensando a lei ao seu cumprimento, o ministro reacendera a chama da legalidade, cumprindo seu dever em sessões no judiciário, muito embora lentas, que efetivaram o toque da casa em fazer padecer por crimes cometidos, os políticos corruptos, bem como condenando-os.
Foge aqui, quem esteve sob corpo armado do Estado, saber das ilibações referenciadas dos agentes punitivos presentes na Constituição; de fato a promessa de cadeia para crimes de omissão ou participação direta no imbróglio, resta como uma pendência, por seu formato inédito dentro da comissão judiciária estatal, mas, se foram aplicados os valores constituintes, é verdade que em finalidade cumpriu-se um dever.
Joaquim Barbosa esteve à frente do processo durante todo o período no qual se deu; passando por votação inclusive dos embargos a quem estariam, por direito, submetidos os réus. Cada qual enveredado à pena consecutiva à gravidade de sua improbidade.
Hoje, com os condenados apresentando-se aos conchaves à justiça, o Brasil parece entender o que realmente aconteceu: por onde enxergou-se uma medida de impostura e arrogância – inda que numa visão inicial – à respeito do Ministro Barbosa, uma efetiva combinação de poder e coerência elevou a estima da ala governista para com os brasileiros comuns, agora tendo uma referência para quem os crimes de corrupção ativas serão, tendo como exemplo o caso do Mensalão, devidamente punidos.
Mesmo sob esta faceta à qual atribui-se ao brasileiro o caráter de ímprobo, há dentro do programa de governo (não apenas o atual, mas o processo por completo) previsão de uma nação, se não versada à glória, pelo menos direita em proceder de maneira em que seus cidadãos possam assistir satisfeitos a punição de atos como os que deram-se até aqui, remetidos a um recorte histórico específico.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Mensalão
O desejo do brasileiro por uma justiça com finalidade para com seus preceitos éticos pôde ser reparado aos últimos acordes do caso emblemático de corrupção apelidado “Mensalão”. Se não um imbróglio de onde políticos e empresários alamaçados em suas características sob as quais enveredam as práticas de governabilidade tomadas como referência para a auscultação de seu caráter, onde a punição por seus atos sem decoro ocorreu efetivamente; uma demonstração de que a postura dos magistrados deve haver passado por uma relutância enquanto serviço permissivo para desembocar em um processo meticuloso ainda achem os populares que as penalidades deveriam ser mais rígidas muito embora toda a extensão dos fatos resguardados neste julgamento aparecem quais medidas que há muito não viam-se na possibilidade de serem executadas; as penas variando a cada réu como proveu a corte sumária.
Sob a toga dos magistrados, a patota de réus, enubladas as suas direções em partidos e lugares no poder, sofreu as conseqüências diretas e indiretas de levar a jugo a opinião pública pela qual permanecem vigiados com os espaços servidos da mídia por onde a população teve acesso ao veredicto final e condenação dos políticos corruptos. Em acreditar-se pôr a casta desonesta na cadeia, hoje vemos os reboques de um Brasil mais constitutivo de leis em aplicação. Cabendo ao prognóstico desta acareação medir práticas ímprobas e suas ações para julgá-las e aos seus artífices, feito pouco ou nada fora anteriormente observado – a lição dada aos primeiros presos por corrupção no Estado brasileiro desde tempos imemoriáveis bem como a aplicação das penas, não oculta uma vontade do povo brasileiro de ter por limite os desgovernos da política domesticados pela ordem e o progresso por quem passam os ativos em legislatura, dada, principalmente, à visibilidade do inquérito que perpassou a atenção do público num processo lento, porém de alguma eficácia.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Sob a toga dos magistrados, a patota de réus, enubladas as suas direções em partidos e lugares no poder, sofreu as conseqüências diretas e indiretas de levar a jugo a opinião pública pela qual permanecem vigiados com os espaços servidos da mídia por onde a população teve acesso ao veredicto final e condenação dos políticos corruptos. Em acreditar-se pôr a casta desonesta na cadeia, hoje vemos os reboques de um Brasil mais constitutivo de leis em aplicação. Cabendo ao prognóstico desta acareação medir práticas ímprobas e suas ações para julgá-las e aos seus artífices, feito pouco ou nada fora anteriormente observado – a lição dada aos primeiros presos por corrupção no Estado brasileiro desde tempos imemoriáveis bem como a aplicação das penas, não oculta uma vontade do povo brasileiro de ter por limite os desgovernos da política domesticados pela ordem e o progresso por quem passam os ativos em legislatura, dada, principalmente, à visibilidade do inquérito que perpassou a atenção do público num processo lento, porém de alguma eficácia.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Percalços de um Novo Norte para a Política Nacional
Enveredou-se o fazer político como há muito não se via por sítios revelados dantes desconhecidos e se tratando de horizontes a nau brasileira aportada em porto seguro agora lança-se em uma nova aventura pelos mares da mudança, hoje uma constante dinâmica onde os passageiros desta embarcação, o povo brasileiro, é guiado sem bússola pelas intempestivas águas a desembocarem nas próximas eleições em 2014.
O fato consumado, a saber, a desportos o incognoscível, vive de especulação sobre os rumos que, à insurgência de bastantes partidos, assume a face da velha burocracia de parecer ao cidadão o voto um tiro de canhão no escuro; há aí prática a qual revelou-se preocupante de estagnar o processo eleitoral, o eleitor na simples desfunção em omitir-se à prática democrática do voto, nas últimas apostas a roleta aprazida ao zero da banca, por quê no entanto nada ganhara a política “banqueira”, com a intenção provocativa que o duplo sentido invoca, um volume grande de eleitores visaram a nulidade de sua escolha, e, se preferível for, abandonara de vez o barco pois que descrédito fora dado aos populares de direito ditos seus representantes, provocando tensão nas ciências políticas em assistirem da proa os marinheiros jogando-se ao mar.
A elevada quota de partidos, mesmo como a também grande paritarização dos ministérios, aponta para um aparente desgoverno na instância pré-eleita dos metrificados hangares que seguram as velas partidárias, em se não atuando para um processo ideológico, revertendo o curso na mancha oceânica do fisiologismo. Por quantas despatriações perde-se de vista no descontrole do leme governamental a função do Estado, e, com os motins dos revoltosos “Black Blocks”, o capitão frige em medo de não conseguir guiar para a terra, acionando nos poderes medidas emergenciais, as quais desempregadas no lamento da tripulação ao ver de longe as caudalosas ondas da política externa, apenas servem para manter o curso, muito embora não saiba-se por onde irá parar.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade do Ceará
O fato consumado, a saber, a desportos o incognoscível, vive de especulação sobre os rumos que, à insurgência de bastantes partidos, assume a face da velha burocracia de parecer ao cidadão o voto um tiro de canhão no escuro; há aí prática a qual revelou-se preocupante de estagnar o processo eleitoral, o eleitor na simples desfunção em omitir-se à prática democrática do voto, nas últimas apostas a roleta aprazida ao zero da banca, por quê no entanto nada ganhara a política “banqueira”, com a intenção provocativa que o duplo sentido invoca, um volume grande de eleitores visaram a nulidade de sua escolha, e, se preferível for, abandonara de vez o barco pois que descrédito fora dado aos populares de direito ditos seus representantes, provocando tensão nas ciências políticas em assistirem da proa os marinheiros jogando-se ao mar.
A elevada quota de partidos, mesmo como a também grande paritarização dos ministérios, aponta para um aparente desgoverno na instância pré-eleita dos metrificados hangares que seguram as velas partidárias, em se não atuando para um processo ideológico, revertendo o curso na mancha oceânica do fisiologismo. Por quantas despatriações perde-se de vista no descontrole do leme governamental a função do Estado, e, com os motins dos revoltosos “Black Blocks”, o capitão frige em medo de não conseguir guiar para a terra, acionando nos poderes medidas emergenciais, as quais desempregadas no lamento da tripulação ao ver de longe as caudalosas ondas da política externa, apenas servem para manter o curso, muito embora não saiba-se por onde irá parar.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade do Ceará
Assinar:
Postagens (Atom)