Neste carnaval, chegou ao meu conhecimento um fato que causou-me a mais profunda indignação, uma réstia de delinqüentes ainda estuporados pelas rédias do preconceito, espancaram um rapaz por sua condição humana de homossexual. À princípio, poderia-se pensar tratar-se de mais um crime comum, no entanto as evidências mostraram que, além de um ato de pura covardia, o intuito era o de punir alguém por sua opção sexual.
O que torna no fato mais triste é que, mesmo após tantas conquistas no terreno da humanidade, relações e considerações sobre os direitos humanos, isso vem a nos provar muitas dessas concatenações existirem apenas no plano teórico. Não é-nos mais permitido sequer não nos indignarmos com uma situação em que a violência gratuita imbuída de racismo prevaleça perante os ideais de uma sociedade que – sim, podia – poderia ser mais igualitária, e se um cidadão digno que trabalha e paga impostos não pode ter a perspectiva de uma vida, no mínimo, sem ter de preocupar-se – e aqui falo por todos – em ser martirizado por suas escolhas pessoais, a quem deveremos remeter para que tenhamos a dignidade de liberdade onde possa-se escolher o próprio caminho a ser trilhado?
O caso desse rapaz, que, por sinal, quando foi socorrido por um casal que passava no momento do ocorrido, acabou por desmaiar, não é, infelizmente, o único que nos chega como notícia. Além da reflexão, os atos devem falar mais que o simples pensamento a respeito ou mero comentário do escritório de trabalho, é preciso que tenhamos a coragem de por a boca no mundo, implementarmos e insistirmos que podemos e seria o normal termos um mundo onde respeitam-se as diferenças.
Tanto nos salta aos olhos que estes incólumes assassinos estejam espalhados pelo mundo fazendo maldade a torto e a direito que depende de nós expressarmos nossa raiva e inquietação perante tamanha atrocidade, assim, estas ocorrências não podem passar em branco, sem que ninguém ouse exteriorizar a tristeza que passa na nossa cabeça quando nos deparamos com um caso assim.
Concluo, sem dizer do mundo poder ser melhor ou tais idiossincrasias tolas das quais falamos em nosso dia a dia e que são muito mais quimeras que algo a mais, mas em tom de denúncia para, saibam todos, não calar a voz de quem por tanto não se mostra inerte.
Fortaleza, 24 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Preparativos para a COPA
A escolha do Brasil para país sede da Copa do Mundo de Futebol no ano de 2014 já vem sendo motivo de muita reverberação por parte dos vários setores da sociedade bem antes de terminar mesmo o último evento, na Argentina em 2010. Para bem dizer, desde quando a seleção canarinho foi desclassificada, o que gerou, para nós brasileiros apaixonados pela pela pelota, a urgência de montarmos em nosso país uma Copa de respeito a qual está-se estimando, apesar dos entraves que não tardaram a surgir, seja a maior de todos os tempos.
Como tudo o que cá acontece, vemo-nos em pleno ano de 2012 com problemas graves como a paralisação de obras nos estádios, e inclusive no nosso Estado do Ceará, que terá na sua capital, Fortaleza, sede de jogos tanto da Copa das Confederações, a ocorrer em 2013 e do grande espetáculo do futebol, sendo até as competências da capital cearense para receber um número maior de jogos que mesmo a Cidade Maravilhosa que deteu-se a abrigar apenas o jogo da final para o caso da nossa seleção passar pela fase classificatória e vencer todos os adversários nas eliminatórias. Os
reclames de reformas incutidos no meio nacional, infelizmente, revela um efeito dominó: os sindicatos, sobrepujando o funcionalismo das empresas responsáveis pelas obras, estão de olho nas condições de trabalho por que passam os operários e reclamam de abusos e casos de desvalorização do operariado. Inclusive nas obras do estádio Castelão, em Fortaleza.
Incutindo algum otimismo, mesmo que, no exterior a FIFA – Federação Internacional do Futebol – faça pouco caso das condições que o país tem para sediar o maior espetáculo esportivo do planeta, que mobiliza rios de dinheiro por que passa também pelas mãos dos dirigentes das federações, mesmo da própria FIFA, o cerco de que armou-se nossos “cartolas” parece apontar um caminho relativamente tranquilo para a realização da Copa no Brasil. Resta saber se, no desenrolar dos fatos, teremos realmente a preocupação em “fazer bonito” e não deixar a desejar para o resto do mundo que nós somos capazes de comportar uma situação na qual vive o país um grande momento.
Pedro Costa
15 de fevereiro de 2012
Como tudo o que cá acontece, vemo-nos em pleno ano de 2012 com problemas graves como a paralisação de obras nos estádios, e inclusive no nosso Estado do Ceará, que terá na sua capital, Fortaleza, sede de jogos tanto da Copa das Confederações, a ocorrer em 2013 e do grande espetáculo do futebol, sendo até as competências da capital cearense para receber um número maior de jogos que mesmo a Cidade Maravilhosa que deteu-se a abrigar apenas o jogo da final para o caso da nossa seleção passar pela fase classificatória e vencer todos os adversários nas eliminatórias. Os
reclames de reformas incutidos no meio nacional, infelizmente, revela um efeito dominó: os sindicatos, sobrepujando o funcionalismo das empresas responsáveis pelas obras, estão de olho nas condições de trabalho por que passam os operários e reclamam de abusos e casos de desvalorização do operariado. Inclusive nas obras do estádio Castelão, em Fortaleza.
Incutindo algum otimismo, mesmo que, no exterior a FIFA – Federação Internacional do Futebol – faça pouco caso das condições que o país tem para sediar o maior espetáculo esportivo do planeta, que mobiliza rios de dinheiro por que passa também pelas mãos dos dirigentes das federações, mesmo da própria FIFA, o cerco de que armou-se nossos “cartolas” parece apontar um caminho relativamente tranquilo para a realização da Copa no Brasil. Resta saber se, no desenrolar dos fatos, teremos realmente a preocupação em “fazer bonito” e não deixar a desejar para o resto do mundo que nós somos capazes de comportar uma situação na qual vive o país um grande momento.
Pedro Costa
15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
A Luta de Eliane Novais
Eliane surgiu nos patamares da política cearense, através dos votos que conquistara para a eleição de seu irmão Sérgio Novais, enquanto este buscava forças para eleger-se vereador pela segunda vez pelo PSB – Partido Socialista Brasileiro Histórico. Ocupou cadeira de chefa de gabinete e, a partir daí, começou sua luta como pessoa pública, doravante o momento em que, com muita garra, assegurou sua vaga como vereadora de Fortaleza pelo mesmo partido que elegera o irmão.
Trabalhamos arduamente com Eliane e fizemos parte de um mandato construtivo e com um sonho em mente, o de uma Fortaleza mais justa para todos. Éramos um grupo unido e reforçado pelo toque – não sem um quê de brilhantismo – entreposto pela então vereadora. Aí veio a candidatura a Deputada Estadual pelo PSB, partido que havia se fortificado neste ínterim e alcançou louros importantes para que pudéssemos acreditar e, com muito serviço prestado, colocar com muita justiça a nossa Deputada do PSB em lugar de patamar emblemático na Assembléia. Vieram então as bandeiras de luta, como o projeto de inclusão social que visava o direito da mulher, a liderança na Comissão dos Direitos Humanos e a agora inflamando uma áurea de política corajosa, responsabilidade alcançada com a coordenação do Escritório Frei Tito de Alencar e por fim a frente tomada com a Comissão da Verdade.
Esses anos foram muito positivos para nós que estamos bem dentro do olho do furacão, enfrentando a política nossa de cada dia com muito labor e cobertos de uma intenção boa para com as nossas responsabilidades como assessores. Têm-se feito o melhor de nossa parte para ajudar a Eliane e, esta luta, garanto, compramo-la pois acreditamos na força desta mulher guerreira, honesta e de visão; até o confronto com a política da ala governista no qual sofremos embate constante na Assembléia, o vimos com olhar de quem tem a certeza de estar fazendo a cousa certa, por, principalmente estar do lado certo.
Pedro Barreto Costa
Terça-Feira, 7 de fevereiro de 2012
Trabalhamos arduamente com Eliane e fizemos parte de um mandato construtivo e com um sonho em mente, o de uma Fortaleza mais justa para todos. Éramos um grupo unido e reforçado pelo toque – não sem um quê de brilhantismo – entreposto pela então vereadora. Aí veio a candidatura a Deputada Estadual pelo PSB, partido que havia se fortificado neste ínterim e alcançou louros importantes para que pudéssemos acreditar e, com muito serviço prestado, colocar com muita justiça a nossa Deputada do PSB em lugar de patamar emblemático na Assembléia. Vieram então as bandeiras de luta, como o projeto de inclusão social que visava o direito da mulher, a liderança na Comissão dos Direitos Humanos e a agora inflamando uma áurea de política corajosa, responsabilidade alcançada com a coordenação do Escritório Frei Tito de Alencar e por fim a frente tomada com a Comissão da Verdade.
Esses anos foram muito positivos para nós que estamos bem dentro do olho do furacão, enfrentando a política nossa de cada dia com muito labor e cobertos de uma intenção boa para com as nossas responsabilidades como assessores. Têm-se feito o melhor de nossa parte para ajudar a Eliane e, esta luta, garanto, compramo-la pois acreditamos na força desta mulher guerreira, honesta e de visão; até o confronto com a política da ala governista no qual sofremos embate constante na Assembléia, o vimos com olhar de quem tem a certeza de estar fazendo a cousa certa, por, principalmente estar do lado certo.
Pedro Barreto Costa
Terça-Feira, 7 de fevereiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)