A força do PT na capital cearense é grande.
Candidato com apoio da prefeita Luizianne Lins, Elmano de Freitas saiu de índices pueris no início da campanha à liderança com 5 (cinco) pontos de diferença para o segundo colocado, Roberto Cláudio do PSB, que recebe apoio do governador Cid Gomes.
O crescimento do candidato de Lula, expedindo um discurso de continuidade das principais propostas petistas, resvala no reconhecimento do trabalho do partido nos últimos anos. Não teremos, entretanto, uma perspectiva de vitória nas demais capitais pelo Partido dos Trabalhadores; ainda assim, com a militância efervescendo, e o deslocamento dos votos indecisos para Elmano, a possibilidade de vitória no segundo turno ganha contornos de realidade.
Entre os demais concorrentes, Heitor Férrer, deputado estadual pelo PDT, teve um crescimento relativo nas pesquisas mas estabilizou e ocupa a quarta colocação, Moroni Torgan, antes líder nas pesquisas induzidas caiu para terceiro; Renato Roseno do Psol está em quinto mas garante que a ida ao segundo turno ainda é possível enquanto Inácio Arruda do PC do B foi o que mais declinou, apenas em sexto.
Até ontem (26/09), as relações da disputas davam-se a um nível elevado, tendo como base o respeito entre os adversários, mas durante uma manifestação da militância de Elmano, foi repreendido com ação da Segurança Eleitoral com o apoio da polícia militar e do Ronda do Quarteirão o desafogo dos eleitores do petista.
Se seguir assim, o quadro político, fatalmente apresentará um segundo turno rigoroso onde cada voto valerá. Então, se política é momento, este, para Fortaleza, é o momento do PT.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Mais um Acerto de Dilma
A redução da tarifa elétrica, que beneficiará tanto os consumidores populares como o setor industrial, ao contraponto do “apagão” ocorrido durante o governo de FHC, no mínimo, significa uma política voltada para as causas sérias, às prioridades às quais deve dar-se uma medida desta magnitude.
O fato, se não visto em seu significado global, ou seja, o de um acerto de contas com o cidadão passaria como apenas mais uma relocação de verbas do que uma reaproximação com o povo brasileiro de forma direta e contundente, empreendendo ações no mesmo sentido para os próximos anos.
A presidenta Dilma, com a fama de falar pouco e fazer muito, tem tido um grau de aprovação estratosférico a indiciar o molde baseado na seriedade com que governa o país.
Todos sabemos, as vicissitudes de um acordo desta magnitude, implicam entre outras coisas em mudanças, tais quais o crescimento econômico e mais dinheiro no bolso do consumidor; tendo este mais para impingir a economia fazendo o capital circular de maneira segura.
Logo, um acerto assim impactará gerando mais emprego e mais renda; mais oportunidade e abonando o brasileiro das camadas mais pobres.
Pedro Costa
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O fato, se não visto em seu significado global, ou seja, o de um acerto de contas com o cidadão passaria como apenas mais uma relocação de verbas do que uma reaproximação com o povo brasileiro de forma direta e contundente, empreendendo ações no mesmo sentido para os próximos anos.
A presidenta Dilma, com a fama de falar pouco e fazer muito, tem tido um grau de aprovação estratosférico a indiciar o molde baseado na seriedade com que governa o país.
Todos sabemos, as vicissitudes de um acordo desta magnitude, implicam entre outras coisas em mudanças, tais quais o crescimento econômico e mais dinheiro no bolso do consumidor; tendo este mais para impingir a economia fazendo o capital circular de maneira segura.
Logo, um acerto assim impactará gerando mais emprego e mais renda; mais oportunidade e abonando o brasileiro das camadas mais pobres.
Pedro Costa
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
Mobilidade Urbana: Sinal de Cosmopolitismo ou Entrave Político?
Fortaleza vive hoje um verdadeiro caos urbano no que diz respeito ao trânsito, e tráfego de transeuntes tanto nos transportes públicos como nos milhares de carros particulares, número a crescer vertiginosamente.
Mesmo com as campanhas em prol da liberação das vias urbanas que incentivam o uso do transporte público e a troca dos veículos automotivos por alternativas como a bicicleta, que não polui e facilita o fluxo – ainda assim o cearense é o povo mais mal-educado do mundo, onde as buzinas soam com a força de um estrondo bem ao lado de uma escola primária ou de um hospital. Nosso povo não está acostumado a um trânsito tão conturbado, e, se serve de sinal isso para pontuar o crescimento da cidade em níveis vorazes, por outro lado apresenta-se como causa um entrave político, uma indústria do tráfego a servir de alvo para as promessas mais mirabolantes; desde estratégias de engenharia até soluções impossíveis.
Ao caso deve dar-se, sim, um estudo. Estudo esse tão importante e ao mesmo tempo tão relegado ao segundo plano, nosso país pecando em ainda não ter dado à sua população o entendimento da educação ser a priori a solução para enfim saiamos das raias de um subdesenvolvimento retrógrado e entremos com cara de metrópole definitivamente no século XXI.
Veja bem. Isto não quer dizer necessariamente que ter um tráfego conturbado seria sinal de desenvolvimento, mas é de um certo cosmopolitismo a característica de uma metrópole ater-se em uma problemática, tanto podendo resignar a pauta – mais midiática que verdadeira – de mesmo estando o cidadão sufocado com a (i)mobilidade urbana de Fortaleza, que respira ares de quarta cidade do país, à questão do desenvolvimentismo como ao descaso das autoridades.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Mesmo com as campanhas em prol da liberação das vias urbanas que incentivam o uso do transporte público e a troca dos veículos automotivos por alternativas como a bicicleta, que não polui e facilita o fluxo – ainda assim o cearense é o povo mais mal-educado do mundo, onde as buzinas soam com a força de um estrondo bem ao lado de uma escola primária ou de um hospital. Nosso povo não está acostumado a um trânsito tão conturbado, e, se serve de sinal isso para pontuar o crescimento da cidade em níveis vorazes, por outro lado apresenta-se como causa um entrave político, uma indústria do tráfego a servir de alvo para as promessas mais mirabolantes; desde estratégias de engenharia até soluções impossíveis.
Ao caso deve dar-se, sim, um estudo. Estudo esse tão importante e ao mesmo tempo tão relegado ao segundo plano, nosso país pecando em ainda não ter dado à sua população o entendimento da educação ser a priori a solução para enfim saiamos das raias de um subdesenvolvimento retrógrado e entremos com cara de metrópole definitivamente no século XXI.
Veja bem. Isto não quer dizer necessariamente que ter um tráfego conturbado seria sinal de desenvolvimento, mas é de um certo cosmopolitismo a característica de uma metrópole ater-se em uma problemática, tanto podendo resignar a pauta – mais midiática que verdadeira – de mesmo estando o cidadão sufocado com a (i)mobilidade urbana de Fortaleza, que respira ares de quarta cidade do país, à questão do desenvolvimentismo como ao descaso das autoridades.
Pedro Costa
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Direitos Humanos
À última quarta-feira (19/09) o Seminário de Direitos Humanos aconteceu no Complexo das Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará, mais uma vez, sob liderança da Deputada Estadual Eliane Novais.
A presença maciça de alunos e docentes da Faculdade Cristhus, relegou a pauta os trabalhos realizados e supervisionados pelos mesmos, contando com a sua fala e participação incisiva com um diálogo voltado para o objetivo principal da campanha: discutir a implementação dos Direitos Humanos como princípio norteador de atividades no seio da sociedade, partindo da postergação individual para abarcar as miríades do poder coletivo parlamentar, o que serve também para reforçar a cobrança de ações representativas dos parlamentares da casa do povo.
A audiência prolongou-se por todo o dia, competindo com quatro mesas (duas pela manhã e duas pela tarde), e mantendo acesa a discussão a respeito do cumprimento, enquanto agentes do poder, das castas políticas de suas responsabilidades para com a comunidade.
O auditório ficou a maior parte do tempo, lotado e quando deu-se o debate, a participação de agentes sociais com perguntas desferidas aos convidados presentes intensificou o clima de otimismo quanto ao resultado da ação proposta.
Pedro Costa
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A presença maciça de alunos e docentes da Faculdade Cristhus, relegou a pauta os trabalhos realizados e supervisionados pelos mesmos, contando com a sua fala e participação incisiva com um diálogo voltado para o objetivo principal da campanha: discutir a implementação dos Direitos Humanos como princípio norteador de atividades no seio da sociedade, partindo da postergação individual para abarcar as miríades do poder coletivo parlamentar, o que serve também para reforçar a cobrança de ações representativas dos parlamentares da casa do povo.
A audiência prolongou-se por todo o dia, competindo com quatro mesas (duas pela manhã e duas pela tarde), e mantendo acesa a discussão a respeito do cumprimento, enquanto agentes do poder, das castas políticas de suas responsabilidades para com a comunidade.
O auditório ficou a maior parte do tempo, lotado e quando deu-se o debate, a participação de agentes sociais com perguntas desferidas aos convidados presentes intensificou o clima de otimismo quanto ao resultado da ação proposta.
Pedro Costa
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
A Comissão Avança
Com seu território de alcance limitado aos crimes de Estado, a Comissão da Verdade, representativo da memória e justiça dos “anos de chumbo”, permeada por audiências em todo o país, encerra a possibilidade de eventuais apurações de atos militantes de esquerda que praticaram seqüestros e atentados durante a ditadura militar.
As reuniões, realizadas todas as quintas-feiras no Complexo das Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará, sob o comando da deputada estadual, Eliane Novais e a tutela do Juiz Silvio Mota, são palco de discussão e de ações relativas aos trâmites que ocorrem por toda a nação e resolvem pontos factuais de importância seminal com o objetivo principal de resgate das atrocidades ocorridas no período de 64 – 85.
A mudança de nomes de ruas que levam a nomenclatura de torturadores, a nomeação de homenagem também das vias urbanas com referências aos guerrilheiros ativos à época, a elaboração de escrachos, os preparativos de placas entre outros, são alguns dos atos que se realizam e são debatidos durante as sessões.
Pedro Costa
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As reuniões, realizadas todas as quintas-feiras no Complexo das Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará, sob o comando da deputada estadual, Eliane Novais e a tutela do Juiz Silvio Mota, são palco de discussão e de ações relativas aos trâmites que ocorrem por toda a nação e resolvem pontos factuais de importância seminal com o objetivo principal de resgate das atrocidades ocorridas no período de 64 – 85.
A mudança de nomes de ruas que levam a nomenclatura de torturadores, a nomeação de homenagem também das vias urbanas com referências aos guerrilheiros ativos à época, a elaboração de escrachos, os preparativos de placas entre outros, são alguns dos atos que se realizam e são debatidos durante as sessões.
Pedro Costa
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Polos Eleitoreiros
Quando se tem dez candidatos na disputa prefeiturável, além das possibilidades
de votos, encabeçados pelos líderes, pode-se, por outro lado, averiguar que a disputa nas
castas inferiores tenham alguma influência nas posições mais elevadas.
Enquanto intensifica-se a corrida, no pólo inferior encontraremos motivo para o
eleitor desferir seu voto, uma vez que entendendo da importância da mesuração pelo
candidato escolhido. Com os votos concentrados nesta faixa, nada tramita para o pólo
superior da tabela, o que viria a tornar a eleição ainda mais com contornos de segundo
turno.
Já por esta perspectiva, veremos que a chapa deverá esquentar, e isso, de
maneira a englobar todos os partícipes ao poder municipal fortalezense, já que todavia
quem vota em fulano, que está na casta de baixo , não muda de posição por acreditar
poder ser possível a virada em direção ao segundo turno; enquanto que – agora por dois
motivos – o eleitor da casta superior vota por consciência ou pelo fato de estar seu
candidato mais à boca da segunda etapa das eleições.
De qualquer modo há de se engrandecer o cenário, e, haja vista o nível
relativamente calmo em que até agora dá-se o pleito, não há motivo para esperar que o
nível baixe, o que, outrossim, implicaria numa acirrada procura por votos, e tanto
levaria ao embate mais forte.
Pedro Costa
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de votos, encabeçados pelos líderes, pode-se, por outro lado, averiguar que a disputa nas
castas inferiores tenham alguma influência nas posições mais elevadas.
Enquanto intensifica-se a corrida, no pólo inferior encontraremos motivo para o
eleitor desferir seu voto, uma vez que entendendo da importância da mesuração pelo
candidato escolhido. Com os votos concentrados nesta faixa, nada tramita para o pólo
superior da tabela, o que viria a tornar a eleição ainda mais com contornos de segundo
turno.
Já por esta perspectiva, veremos que a chapa deverá esquentar, e isso, de
maneira a englobar todos os partícipes ao poder municipal fortalezense, já que todavia
quem vota em fulano, que está na casta de baixo , não muda de posição por acreditar
poder ser possível a virada em direção ao segundo turno; enquanto que – agora por dois
motivos – o eleitor da casta superior vota por consciência ou pelo fato de estar seu
candidato mais à boca da segunda etapa das eleições.
De qualquer modo há de se engrandecer o cenário, e, haja vista o nível
relativamente calmo em que até agora dá-se o pleito, não há motivo para esperar que o
nível baixe, o que, outrossim, implicaria numa acirrada procura por votos, e tanto
levaria ao embate mais forte.
Pedro Costa
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Inverossimilhança das Pesquisas
Dentro do contexto global das eleições municipais de Fortaleza, a pesquisa representa o índice de eleitores por cada deputado. Até aí, estamos de acordo. Mas, com uma margem de erro duvidosa de três pontos percentuais para mais ou para menos, os institutos responsáveis pesam as intenções de votos em uma matemática suspeita.
Acreditar em pesquisas foi sempre uma aposta em uma lógica otimista em demasiado, crer que não há manipulação por parte de quem encomenda dados relativos à vontade pessoal do cidadão esbarra na sua inverossimilhança, a saber, colocar em andamento dentro da disputa o quesito “torcida”, a partir do qual muito se faz por encabeçar devido candidato em detrimento de outro, sendo tanto, modo para desvencilhar o movimento do votar em quem tem chance, no lugar de delegar o poder à quem poderia atender as expectativas de que dele se espera, neste sentido saber quem é o primeiro e o último em valores numéricos é mais um meio de mensuração aproximativa que uma realidade que corresponda à verdade dos fatos.
Ter este número com segurança só quando apurada a eleição, até lá mais do que pesquisar, é a conquista de eleitores que corresponde à batalha real; o corpo a corpo, bem como os debates e a militância. Tudo atrelado ao momento circunstancial, evidentemente, pendendo mais ou menos de uma proposta a outra.
Pedro Costa
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Acreditar em pesquisas foi sempre uma aposta em uma lógica otimista em demasiado, crer que não há manipulação por parte de quem encomenda dados relativos à vontade pessoal do cidadão esbarra na sua inverossimilhança, a saber, colocar em andamento dentro da disputa o quesito “torcida”, a partir do qual muito se faz por encabeçar devido candidato em detrimento de outro, sendo tanto, modo para desvencilhar o movimento do votar em quem tem chance, no lugar de delegar o poder à quem poderia atender as expectativas de que dele se espera, neste sentido saber quem é o primeiro e o último em valores numéricos é mais um meio de mensuração aproximativa que uma realidade que corresponda à verdade dos fatos.
Ter este número com segurança só quando apurada a eleição, até lá mais do que pesquisar, é a conquista de eleitores que corresponde à batalha real; o corpo a corpo, bem como os debates e a militância. Tudo atrelado ao momento circunstancial, evidentemente, pendendo mais ou menos de uma proposta a outra.
Pedro Costa
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Uma Festa Familiar
Deu-se, no Teka’s Buffet, na noite de ontem (11/09), evento em prol da campanha a edil do ilustre Fábio Braga, apoiado pela ala Esquerda Socialista e apoiador do candidato Elmano de Freitas para prefeitura da capital cearense.
O meio ficou pequeno para tanta gente. Presentes, além dos representantes da “banda boa” do PSB – Sergio e Eliane Novais e suas representações -, figuras importantes no processo eleitoral político de Fortaleza, os convidados pagaram por seus lugares na festa mas com certeza não se arrependeram.
Com contornos de comício centrado na proposta dos representantes do poder da esquerda, a de dar continuidade ao programa eleitoral da atual prefeita, Luizianne Lins, o acontecimento marcou data como referência da organização em que encontra-se a ala dissidente socialista, ao contrário daquilo que muitos pregam.
Não houve espaço para derrotismo ou choro contido, festejou-se com toda pompa e com coerência de discurso e posicionamento, como bem protelaram os Novais em suas falas.
O clima era amigável e familiar. E a todos ficou a impressão da força destas pessoas que compõem cenário expressivo, a verdade nas colocações, a certeza de uma mudança possível dentro do modelo atual, e a humildade. Ali, estávamos todos a pontuar um feito histórico, a “depuração política”, por demais essencial para que entendamos em que pé a realidade pode se nos aproximar positiva e casuística.
Aproveitou-se a oportunidade para a comemoração do aniversário do vice de Elmano de Freitas, o doutor Mourão, também a presentear o público com mais um belo discurso. O candidato a prefeito não pôde comparecer por estar ocupado com futuras agendas e ter de ir ao fonoaudiólogo, mas deixou o recado na palavra de Mourão, refratando a importância de eleger Fábio.
Braga mostrou-se bastante à vontade e cumprimentou aos presentes indo de mesa em mesa, participando dos festejos quase como um coadjuvante, qualidade pouco vista na maioria dos políticos, a discrição. E foi bastante incisivo quanto a suas propostas para com o povo fortalezense, avaliando a dificultosa tarefa de vínculo edil como uma conquista por votos em que cada cidadão atingido por suas competências é de extremo primor para a vitória final.
Pedro Costa
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O meio ficou pequeno para tanta gente. Presentes, além dos representantes da “banda boa” do PSB – Sergio e Eliane Novais e suas representações -, figuras importantes no processo eleitoral político de Fortaleza, os convidados pagaram por seus lugares na festa mas com certeza não se arrependeram.
Com contornos de comício centrado na proposta dos representantes do poder da esquerda, a de dar continuidade ao programa eleitoral da atual prefeita, Luizianne Lins, o acontecimento marcou data como referência da organização em que encontra-se a ala dissidente socialista, ao contrário daquilo que muitos pregam.
Não houve espaço para derrotismo ou choro contido, festejou-se com toda pompa e com coerência de discurso e posicionamento, como bem protelaram os Novais em suas falas.
O clima era amigável e familiar. E a todos ficou a impressão da força destas pessoas que compõem cenário expressivo, a verdade nas colocações, a certeza de uma mudança possível dentro do modelo atual, e a humildade. Ali, estávamos todos a pontuar um feito histórico, a “depuração política”, por demais essencial para que entendamos em que pé a realidade pode se nos aproximar positiva e casuística.
Aproveitou-se a oportunidade para a comemoração do aniversário do vice de Elmano de Freitas, o doutor Mourão, também a presentear o público com mais um belo discurso. O candidato a prefeito não pôde comparecer por estar ocupado com futuras agendas e ter de ir ao fonoaudiólogo, mas deixou o recado na palavra de Mourão, refratando a importância de eleger Fábio.
Braga mostrou-se bastante à vontade e cumprimentou aos presentes indo de mesa em mesa, participando dos festejos quase como um coadjuvante, qualidade pouco vista na maioria dos políticos, a discrição. E foi bastante incisivo quanto a suas propostas para com o povo fortalezense, avaliando a dificultosa tarefa de vínculo edil como uma conquista por votos em que cada cidadão atingido por suas competências é de extremo primor para a vitória final.
Pedro Costa
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
Ansiedade Política
Com a proximidade da data das eleições, a ocorrerem a 07 de outubro do corrente ano, vivemos momentos de ansiedade política.
Em muito tempo não observamos uma vontade por parte da população da escolha para com seus candidatos por um país melhor. Entendo aqui as tribulações servirem em primeiro plano para uma escolha mais pensada e mais democrática. Os eleitores parecem ter ciência de para quem dirigirão seu voto e os representantes mostram simpatia com o processo, no lugar de subestimar a comunidade, pondo-a como alvo de suas metas, ou seja, o eleitor é mais respeitado, o que é maravilhoso em índices democráticos.
Não obstante, alguns retrocessos podem ser observados, ainda existem as promessas megalômanas e a demagogia que fere o orgulho do eleitorado. Por outro lado, a estabilidade dos discursos aponta um processo mais coerente e deliberativo. Os entraves mais baixos ficam relegados ao leu enquanto ninguém quer rastejar para pedir votos, mas o fazendo de modo categórico.
A ansiedade é devido a se, mesmo ocorrendo desta forma, a eleição não virará uma peça pregada naqueles que mais acreditam, e, portanto, são considerados ingênuos, distanciando a ética do terreno mais humano, próximo ao das massas, manobra eleitoral muita vez conquistada a custo de voto de cabresto. Quanto ao resultado final, só o tempo dirá.
Pedro Costa
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Em muito tempo não observamos uma vontade por parte da população da escolha para com seus candidatos por um país melhor. Entendo aqui as tribulações servirem em primeiro plano para uma escolha mais pensada e mais democrática. Os eleitores parecem ter ciência de para quem dirigirão seu voto e os representantes mostram simpatia com o processo, no lugar de subestimar a comunidade, pondo-a como alvo de suas metas, ou seja, o eleitor é mais respeitado, o que é maravilhoso em índices democráticos.
Não obstante, alguns retrocessos podem ser observados, ainda existem as promessas megalômanas e a demagogia que fere o orgulho do eleitorado. Por outro lado, a estabilidade dos discursos aponta um processo mais coerente e deliberativo. Os entraves mais baixos ficam relegados ao leu enquanto ninguém quer rastejar para pedir votos, mas o fazendo de modo categórico.
A ansiedade é devido a se, mesmo ocorrendo desta forma, a eleição não virará uma peça pregada naqueles que mais acreditam, e, portanto, são considerados ingênuos, distanciando a ética do terreno mais humano, próximo ao das massas, manobra eleitoral muita vez conquistada a custo de voto de cabresto. Quanto ao resultado final, só o tempo dirá.
Pedro Costa
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Indícios de Democracia em Fortaleza
Debater é um princípio claro de democracia. Debater numa eleição é o efetivar-se de um dever, o cumprimento do voto, a execução de um direito. Em Fortaleza, é visto uma situação aparentemente inédita no que diz respeito à disputa eleitoreira; digo isto porque em cada debate organizado, retemos tanto do lado dos debatedores como dos espectadores uma coerência que perpassa e rompe com a barreira de um certo processo civilizatório.
Enquanto observamos os candidatos explanarem-se quanto ao fazer político, em busca de votos, é evidente para o olhar mais atento uma coerência dificilmente observada em outros palcos, onde foi outrora uma baixaria que levava o eleitor a desacreditar nos candidatos – pondo-os todos nos mesmo saco -, e na política mesma. Entretanto, ouvir nunca foi tão fácil. Pelo menos em Fortaleza, onde a classe operária regurgita sua opinião revelando-se pronta e eficaz em receptar as propostas, bem como a conversa dos políticos em questão. O número de pretendentes ao cargo de prefeito na capital cearense, têm sido, ao contrário do que poderia-se esperar em virtude de uma verossímil desorganização, reta e coerente. Coerência esta a deitar reflexos positivos enquanto posicionamento de proposições, e, os eleitores atêm-se à politicagem, não de forma denegrida, mas a uma persistente auscutagem e traz para si os dados que, processados revelarão para si, de modo opinioso aquele a quem deverão destinar seu voto.
Isto é raro, diga-se de passagem.
Ainda assim, interessante.
Enquanto à briga de arguição baixa que visa a comprometer o adversário com insultos, etc. - os prefeituráveis atêm-se a sua campanha, limitando-se ao possível terreno da camaradagem, muito propício ao desenvolvimento da democracia. Parabéns também ao público eleitor, e à disputa (acirrada), da qual nascem mais virtudes que defeitos; verdades que mentiras e confiança que falsidade. Esperemos, enquanto é-os dado quadro favorável, um desenvolvimento no campo, real, de caráter retilíneo, e, acima de tudo composto e plural, com a participação da sociedade como um todo e do cidadão em particular. Enfim, a vez da democracia parece ter finalmente fincado pés à realidade premente, não à de discursos e promessas inalcançáveis; da seriedade da competência e da civilidade.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Enquanto observamos os candidatos explanarem-se quanto ao fazer político, em busca de votos, é evidente para o olhar mais atento uma coerência dificilmente observada em outros palcos, onde foi outrora uma baixaria que levava o eleitor a desacreditar nos candidatos – pondo-os todos nos mesmo saco -, e na política mesma. Entretanto, ouvir nunca foi tão fácil. Pelo menos em Fortaleza, onde a classe operária regurgita sua opinião revelando-se pronta e eficaz em receptar as propostas, bem como a conversa dos políticos em questão. O número de pretendentes ao cargo de prefeito na capital cearense, têm sido, ao contrário do que poderia-se esperar em virtude de uma verossímil desorganização, reta e coerente. Coerência esta a deitar reflexos positivos enquanto posicionamento de proposições, e, os eleitores atêm-se à politicagem, não de forma denegrida, mas a uma persistente auscutagem e traz para si os dados que, processados revelarão para si, de modo opinioso aquele a quem deverão destinar seu voto.
Isto é raro, diga-se de passagem.
Ainda assim, interessante.
Enquanto à briga de arguição baixa que visa a comprometer o adversário com insultos, etc. - os prefeituráveis atêm-se a sua campanha, limitando-se ao possível terreno da camaradagem, muito propício ao desenvolvimento da democracia. Parabéns também ao público eleitor, e à disputa (acirrada), da qual nascem mais virtudes que defeitos; verdades que mentiras e confiança que falsidade. Esperemos, enquanto é-os dado quadro favorável, um desenvolvimento no campo, real, de caráter retilíneo, e, acima de tudo composto e plural, com a participação da sociedade como um todo e do cidadão em particular. Enfim, a vez da democracia parece ter finalmente fincado pés à realidade premente, não à de discursos e promessas inalcançáveis; da seriedade da competência e da civilidade.
Pedro Costa
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