Cumprem agenda no governo os aumentos nas taxas inflacionárias, os altos índices da taxa de juros e a desvalorização da moeda.
Por quem esperou-se uma facilitação de empreendimentos os quais deveriam, à princípio, reduzir as cargas de taxas sobre os produtos e arregimentar o valor do salário para que se pudesse incorrer em uma maior disposição para com o consumo e , logo , também relativo a movimentação da economia; e, ainda, aliando-se ao baixo crescimento do PIB nacional e o crescimento econômico a montantes irrisórios, a expressa crise aproxima-se aos poucos do bolso dos brasileiros.
Soluções para tais problemas são pauta diária dos governantes, tendo o ministério da fazenda de ir constantemente à imprensa para explicar quais medidas estariam sendo tomadas, e, tranqüilizar a população.
Os reflexos deste momento político já começaram a ser sentidos um ano antes do processo eleitoral que tomará de conta do país, as propostas de pré-candidatos avolumando os clarins e a mídia digital.
Gerada pelas manifestações espalhadas por todo o país desde o mês de junho, a especulação financeira dá lugar a um cenário pessimista e amedrontador; o povo novamente vê-se contra a parede se o desenvolvimentismo não gera emprego e o valor salarial não presta ao pagamento das contas, a avolumarem-se.
Impresso ainda num anseio global, o emparedado sistema capitalista prova não deter, de uma por todas, a resolução da problemática que cria sistematicamente partindo de sua origem no liberalismo e avançando ao delírio capital que empreende a nova política neoliberal.
Respira-se, tratamento de classes como exemplo, um ar amofinado; o que quer dizer, que mesmo a miséria em vias de ser, se não pormenorizada, amenizada pelas políticas de envolvimento do governo com a sociedade, prática à qual vai desvinculado o assistencialismo comum dos anos predecessores da era PT, o Brasil ainda estar longe de ter quitadas suas dividas com a sociedade.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
segunda-feira, 15 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Rumos do PSB
A ala histórica do PSB, sob o comando do coordenador e representante nacional do partido, Sergio Novais, irá realizar uma plenária na Câmara Municipal de Fortaleza, na sexta-feira 13/07/13, onde serão discutidos os rumos políticos da chamada esquerda socialista, arregimentada após o golpe ocorrido quando o PSB governamental derrubou o poderio de Novais e elegeu Karlos Kardoso para seu posto.
Terão, durante o evento, voz as novas propostas dos componentes da corte partidária histórica, estudadas sob a representação da deputada estadual Eliane Novais (PSB); além de erguidas algumas das bandeiras de defesa socialista, como o movimento LGBT, questões de gênero e juventude, sempre defendidos no decorrer dos acontecimentos desde quando o partido cingira, em meados de 2012.
Além disso, será defendida a criação do partido Rede Sustentabilidade, de autoria de Marina Silva, pré-candidata à presidência da república em 2014, atualmente sem partido. Ex-ministra do governo Lula, Marina já se candidatou nas últimas eleições ao cargo máximo do executivo, e, agora com o lançamento da Rede, aufere assinaturas para a legitimação da nova legenda.
O evento deverá prosseguir por todo o período da manhã e deverá contar com presença de ilustres convivas políticos dos Novais.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Terão, durante o evento, voz as novas propostas dos componentes da corte partidária histórica, estudadas sob a representação da deputada estadual Eliane Novais (PSB); além de erguidas algumas das bandeiras de defesa socialista, como o movimento LGBT, questões de gênero e juventude, sempre defendidos no decorrer dos acontecimentos desde quando o partido cingira, em meados de 2012.
Além disso, será defendida a criação do partido Rede Sustentabilidade, de autoria de Marina Silva, pré-candidata à presidência da república em 2014, atualmente sem partido. Ex-ministra do governo Lula, Marina já se candidatou nas últimas eleições ao cargo máximo do executivo, e, agora com o lançamento da Rede, aufere assinaturas para a legitimação da nova legenda.
O evento deverá prosseguir por todo o período da manhã e deverá contar com presença de ilustres convivas políticos dos Novais.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Quando a Questão Somos Nós
Existe, ao que penso, um meio para burlar as sabotagens do inconsciente as quais nos tornam vaga massa de manobra política.
Esta solução mora nas cátedras, nos meios de ensino e nas posições que tomamos enquanto seres pensantes em relação a eles. Através do diálogo, a luta contra uma sistematização secular da educação, esta quem nos mostra o quanto podemos ser arrogantes diante de um conhecimento do qual achamos ter o pertencimento mais daquilo necessário, quando vamos além e provamos a nós mesmos estarmos invertendo um valor estatizado, acabando por dar com os burros n’água. Insisto, no entanto, morar na cadeia que promove ao ensino um grau elevado de saber sobre o mundo, a saída para nossos problemas.
Se, cada um, no lugar de avantajar as qualidades as quais sabemos termos por pertença, sairmos da região de conforto e partirmos para o enfrentamento; daremos um passo na direção de uma utopia possível, com o perdão de contradizer-me de antemão, basicamente estivo, este mesmo saber é, ainda, altivo, logo para alcançarmo-lo tenhamos de partir de baixo, admitindo a nossa própria ignorância.
Claro, a delonga e parvoíce disso é bastante. Mas não desvalida o argumento.
Por que então não buscar nos meios a conclusão de serem estes os maiores facilitadores para ações com fins quaisquer que sejam? Por que não administrar nossa ignorância em sabendo participar dela o desejo de aprender? E, se assim for, por que a escuridão ainda nos mete tanto medo; o de sair para o debate desarmado, dando a cara a tapa e aprendendo com quem escutamos inda sejam eles os mesmos contra os quais argumentamos?
Enfim, a crise é um tempo de bravatas, e, a bravata maior é quando a questão somos nós mesmos – logo que nos pomos sobre a lente do jugo alheio, permitimos que nos devassem e violem no quanto temos de mais sagrado. Esse aceitamento é doloroso, porém, necessário. Para saibamos subjugar nossas verdades às de outros que, tal como nós, estão pondo-se à evidência, e mais, se é certo não sabermos a moral sobre que nos apoiamos valer para outrem, imagine sabermos pelo que age sobre nós o mesmo valor moral!
Saiamos dos quartos escuros de nossas consciências, enfrentemos o meio por mais adverso que seja e vençamos se pomos sobre a mesa a jogada final de uma partida que já tem um vencedor; coragem para apostar quando o momento é desfavorável, e, serenidade para assumir quando erramos e guardarmos a aposta para um fim mais necessário.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Esta solução mora nas cátedras, nos meios de ensino e nas posições que tomamos enquanto seres pensantes em relação a eles. Através do diálogo, a luta contra uma sistematização secular da educação, esta quem nos mostra o quanto podemos ser arrogantes diante de um conhecimento do qual achamos ter o pertencimento mais daquilo necessário, quando vamos além e provamos a nós mesmos estarmos invertendo um valor estatizado, acabando por dar com os burros n’água. Insisto, no entanto, morar na cadeia que promove ao ensino um grau elevado de saber sobre o mundo, a saída para nossos problemas.
Se, cada um, no lugar de avantajar as qualidades as quais sabemos termos por pertença, sairmos da região de conforto e partirmos para o enfrentamento; daremos um passo na direção de uma utopia possível, com o perdão de contradizer-me de antemão, basicamente estivo, este mesmo saber é, ainda, altivo, logo para alcançarmo-lo tenhamos de partir de baixo, admitindo a nossa própria ignorância.
Claro, a delonga e parvoíce disso é bastante. Mas não desvalida o argumento.
Por que então não buscar nos meios a conclusão de serem estes os maiores facilitadores para ações com fins quaisquer que sejam? Por que não administrar nossa ignorância em sabendo participar dela o desejo de aprender? E, se assim for, por que a escuridão ainda nos mete tanto medo; o de sair para o debate desarmado, dando a cara a tapa e aprendendo com quem escutamos inda sejam eles os mesmos contra os quais argumentamos?
Enfim, a crise é um tempo de bravatas, e, a bravata maior é quando a questão somos nós mesmos – logo que nos pomos sobre a lente do jugo alheio, permitimos que nos devassem e violem no quanto temos de mais sagrado. Esse aceitamento é doloroso, porém, necessário. Para saibamos subjugar nossas verdades às de outros que, tal como nós, estão pondo-se à evidência, e mais, se é certo não sabermos a moral sobre que nos apoiamos valer para outrem, imagine sabermos pelo que age sobre nós o mesmo valor moral!
Saiamos dos quartos escuros de nossas consciências, enfrentemos o meio por mais adverso que seja e vençamos se pomos sobre a mesa a jogada final de uma partida que já tem um vencedor; coragem para apostar quando o momento é desfavorável, e, serenidade para assumir quando erramos e guardarmos a aposta para um fim mais necessário.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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