Evidente, o veto da presidência aos royalties do petróleo encontrado sob camada de sal em extensão do território nacional surge importante de serem delegados os mesmos a investimentos de prioridade técnica, ante a protelá-los a empreendimentos de natureza física, daí uma oportunidade para quem sempre pregou que o país precisara, durante muito tempo não podendo ser feito, de ações voltadas para as áreas principalmente de educação, saúde, segurança, etc.
Empregar dinheiro nesses pontos, com visão de longo prazo, erradicaria uma demanda antiga, para com estas necessidades. Realçaria a condição nova de emergente, servindo ainda para deflagrar um título de nação de classe média, processo em andamento desde os últimos governos, a saber, sintetizar na possibilidade de reversão monetária em aplicações que trouxessem crescimento cultural e de apreço social; fazendo do Brasil o escopo que agora o envolve, pelo menos por dez anos daqui pra frente.
Se não esbarrar em entraves corruptores, os royalties deverão gerir aqui uma rede de possibilidades, processos que refratam nosso atual posto no cenário globalizado; diligência esta capaz de acelerar a economia e elevar o conceito dos brasileiros nos quadros mundiais.
É claro.
Simples ver deste modo, que a efusão de um bem, muito embora não durável, mas que retenha valor de riqueza esplêndido, como o dos combustíveis fósseis, passando-nos de importadores para exportadores deste é um caso de única oportunidade para a insurgência de um povo auto-suficiente, financeira quanto ideologicamente, um senão representativo de um momento efusivo por qual passam todos os filhos desta grande pátria; e falando-nos disso, o desejo em fixarmo-nos independentes clama alto.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Nenhum comentário:
Postar um comentário