terça-feira, 17 de maio de 2011
Oxi
Mais devastadora do que o crack, a droga chega e já está presente em algumas das maiores cidades do Brasil. Uma mistura de borra da cocaína, solução de bateria e cal, os cientistas ainda têm dificuldades em medir seus danos ao organismo. Mas, o que significa a entrada de uma qualidade diferente de entorpecente no cenário brasileiro? O tráfico está, no mínimo sorrindo das autoridades competentes, que, ao combate ao crack já enfrentavam diversas dificuldades e que, a partir de agora terão de encarar o novo processo de inserção da droga dentro da sociedade. De custo mínimo (uma unidade ao valor de R$ 2,00), é o oxi vendido também na forma de pedra, e, além disso já evidencia-se seu caráter alucinógeno, extra em relação ao crack. A tarefa dos combatentes ao tráfico, entre estes políticos proeminentes já abraçados à causa, terão, sem dúvida alguma, uma grande dificuldade para manter o controle e, oxalá, disseminar a distribuição do oxi, veneno de conseqüências imponderáveis. Para a classe média, o risco é de mais e mais de nossos jovens simpatizarem com este novo catalisador da loucura. Uma válvula de escape em outros tempos, as drogas hoje nos surgem feito mazela social, para as quais devem ser feitas medidas de apreensão e cada vez mais incluir nas pautas de discussão as políticas de recuperação para os já atacados por tais degenerescências. Então, voltando agora o olhar para esta nova premência, é preciso combater com todas as forças, seja com união à comunidade ou ao meio político, para erradicar mais esta “doença.”
terça-feira, 10 de maio de 2011
Outorga da Medalha Virgílio Távora a Roberto Amaral
No último dia 6 do corrente mês, numa Sessão Solene ocorrida no Plenário 13 de Maio da Assembléia Legislativa do Ceará, recebeu em homenagem a Medalha Virgílio Távora, o vice-presidente do PSB – Partido Socialista Brasileiro – Roberto Amaral, personalidade política presente nos entraves governamentais dos mais recentes aos mais memoráveis, tendo lutado pelo processo de redemocratização do país, e participado ativamente da política participativa do partido.
Além de renomado político, Roberto Amaral é escritor de diversos livros, inclusive foram lançados no mesmo dia em que houve a sua homenagem os volumes de sua autoria “Socialismo e Democracia” e “Ciência, Tecnologia e Soberania Nacional – Dificuldades para Construção de um Projeto Nacional.”
O discurso do homenageado foi permeado de incisões deliberativas a mostrarem além de uma boa retórica, qualidades essenciais individuais como uma visão humilde de sua posição dentro dos ditames do meio, bem como o agradecimento pela reconhecida interpelação realizada na presença de grandes nomes do PSB, tais quais o do suplente do senado, Sergio Novais, sua irmã e atual Deputada estadual, Eliane Novais, o senador pelo PC do B, Inácio Arruda e o Deputado pelo PT, Artur Bruno.
A sessão seguiu-se com um tom de tranqüilidade a conformar-se com a vertente política de Amaral, mostrando seriedade e calma no trato com as palavras. Para os que o assistiram, ficou então a impressão do homem ali presente ser de boa índole e peça fundamental na construção política de nosso país.
Terça, 10 de maio de 2011
Além de renomado político, Roberto Amaral é escritor de diversos livros, inclusive foram lançados no mesmo dia em que houve a sua homenagem os volumes de sua autoria “Socialismo e Democracia” e “Ciência, Tecnologia e Soberania Nacional – Dificuldades para Construção de um Projeto Nacional.”
O discurso do homenageado foi permeado de incisões deliberativas a mostrarem além de uma boa retórica, qualidades essenciais individuais como uma visão humilde de sua posição dentro dos ditames do meio, bem como o agradecimento pela reconhecida interpelação realizada na presença de grandes nomes do PSB, tais quais o do suplente do senado, Sergio Novais, sua irmã e atual Deputada estadual, Eliane Novais, o senador pelo PC do B, Inácio Arruda e o Deputado pelo PT, Artur Bruno.
A sessão seguiu-se com um tom de tranqüilidade a conformar-se com a vertente política de Amaral, mostrando seriedade e calma no trato com as palavras. Para os que o assistiram, ficou então a impressão do homem ali presente ser de boa índole e peça fundamental na construção política de nosso país.
Terça, 10 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Osama Bin Laden é morto em Mansão
O assassinato do líder da Al Qaeda, procurado No 1 nos Estados Unidos e protagonista dos atentados de 11 de setembro de 2011, Osama Bin Laden, morto pelas forças da inteligência norte americanas – CIA – causou um rebuliço na imprensa mundial.
O fato de ter sido encontrado numa mansão no lugar de em uma caverna escondida e na presença de uma mulher e outros comparsas que podem muito bem ser sua esposa e filhos trouxe à pauta um debate não menos que interessante: com a derrocada do líder terrorista sua imagem fica um tanto martirizada para os povos da mesma religião que Bin Laden, tendo atiçado assim a América de Obama a possível insurgência de seus seguidores contra os povos do ocidente, tendo como inspiração o líder morto, o medo de uma nova onda de atentados finca o pé em países do mundo inteiro.
Não sabe-se ao certo se o corpo de Osama foi realmente jogado ao mar em respeito aos ritos religiosos de seu país de origem, mas impedir a disseminação de sua imagem num mundo globalizado como o nosso é tarefa praticamente impossível. Espera-se então que daqui em diante o presidente Barack Obama tome as decisões corretas no sentido de não provocar um “endeusamento” da figura do assassino mais procurado de todos os tempos; e, que isso não fique em segredo trancado em algum cofre sob o poder dos americanos.
05/05/2011
O fato de ter sido encontrado numa mansão no lugar de em uma caverna escondida e na presença de uma mulher e outros comparsas que podem muito bem ser sua esposa e filhos trouxe à pauta um debate não menos que interessante: com a derrocada do líder terrorista sua imagem fica um tanto martirizada para os povos da mesma religião que Bin Laden, tendo atiçado assim a América de Obama a possível insurgência de seus seguidores contra os povos do ocidente, tendo como inspiração o líder morto, o medo de uma nova onda de atentados finca o pé em países do mundo inteiro.
Não sabe-se ao certo se o corpo de Osama foi realmente jogado ao mar em respeito aos ritos religiosos de seu país de origem, mas impedir a disseminação de sua imagem num mundo globalizado como o nosso é tarefa praticamente impossível. Espera-se então que daqui em diante o presidente Barack Obama tome as decisões corretas no sentido de não provocar um “endeusamento” da figura do assassino mais procurado de todos os tempos; e, que isso não fique em segredo trancado em algum cofre sob o poder dos americanos.
05/05/2011
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