Apelidaram o leilão de Libra, onde fora protagonista a Petrobrás brasileira, de privatização.
Ora, se não fosse feito logo algo do grande negócio que sabemos ser a exploração da nova camada de óleo encontrada sob águas nacionais, em aí propor-se o governo a faze-lo, mesmo sob ótica elegista, seríamos os primeiros no mundo a desperdiçar uma boa chance de crescermos como país e nação; no primeiro caso, adindo capital para enfrentar a crise que assola o globo como disse a presidenta, “uma bala na agulha”; no segundo, resultado da divisão de royalties para educação e saúde.
Ao discurso – também elegista – a quem tomou-se por neoliberal a decisão que para Dilma fora histórica, há uma ponta de inveja: queriam eles os opositores serem os a flamejar a queima do combustível nas plataformas sob a égide de seu partido – isto, em tratando-se de PSDB, pois da parte dos socialistas e Marina Silva (a outra mão oposicionista) as conversações dão-se mais ao nível de crítica intelectual, abordando não o feito, mas a maneira como se fez.
De fato, o assunto poderia ser mais aberto à população, com mais conversa e menos pompa; acontece que o próximo ano é de eleições, e é claro, o petróleo do pré-sal que fora obra de descoberta ainda no governo Lula, é hoje o carro-forte da presidenta. Isso prova o quanto a estratégia petista fez valer não apenas um bordão de esperança mas uma pensada manipulação da reintegração do país consigo mesmo, e assim, o ano que vem promete.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Outubro Rosa
Por quanto tempo doenças relacionadas ao câncer são causa de morte por toda a extensão onde o ser humano sofre com esta mácula de forma tão cruel e causam medo a todos pois que edema da saúde em termos gerais.
O câncer de mama, principal assassino no quadro de tumores nas mulheres, ganhou há vinte anos uma data de combate comemorativa, o Outubro Rosa, onde a participação da sociedade envolvida com a doença e sua prevenção, repercute as vozes das principais vítimas potenciais, o sexo feminino. A abrangência da medida segue nas campanhas que se espalham por todas as áreas da comunidade.
As medidas cautelares são explicitadas por meio de propaganda e a informação vagueia livre para a população fique sabendo o que fazer para prevenir o câncer o qual deve ter o diagnóstico o mais cedo para possa ser curado.
A ação passa pelo governo, instituída na área de saúde, política a cobrir a data de memória contra o câncer de mama, promovendo exames de mamografia e orientando a população para a realidade da doença.
Instituiu-se no dia dois de Outubro data de combate mundial e, no país como por vários lugares espalhados no globo, não são só as mulheres, mas a sociedade que combate o cenário de morte e lança um olhar esperançoso para as futuras gerações no sentido de manter acesa a luz de que a saúde pública e geral pode e deve ser proposta como fundamento no pilar medicinal dentro do contexto em que vivemos.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
O câncer de mama, principal assassino no quadro de tumores nas mulheres, ganhou há vinte anos uma data de combate comemorativa, o Outubro Rosa, onde a participação da sociedade envolvida com a doença e sua prevenção, repercute as vozes das principais vítimas potenciais, o sexo feminino. A abrangência da medida segue nas campanhas que se espalham por todas as áreas da comunidade.
As medidas cautelares são explicitadas por meio de propaganda e a informação vagueia livre para a população fique sabendo o que fazer para prevenir o câncer o qual deve ter o diagnóstico o mais cedo para possa ser curado.
A ação passa pelo governo, instituída na área de saúde, política a cobrir a data de memória contra o câncer de mama, promovendo exames de mamografia e orientando a população para a realidade da doença.
Instituiu-se no dia dois de Outubro data de combate mundial e, no país como por vários lugares espalhados no globo, não são só as mulheres, mas a sociedade que combate o cenário de morte e lança um olhar esperançoso para as futuras gerações no sentido de manter acesa a luz de que a saúde pública e geral pode e deve ser proposta como fundamento no pilar medicinal dentro do contexto em que vivemos.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Concepções
Confirmando as previsões, desde o estouro das manifestações recorrentes de um movimento massivo global a criar raízes, e florescer por aqui também, de que o quadro eleitoreiro de 2014 assim como as posições tomadas no meio relativas à configuração defratada deste reflexo da situação social, iriam desabrochar em um movimento errático quando em se tratando de migrações partidárias, teremos daqui em diante, aleatório à promulgação da política regrada de quem muito viveu-se pós-democracia, o caos das organizações de poder enveredado pelos descaminhos tomados em decisão parcial pelos indivíduos, não só políticos, mas cada um que se encontra envolvido com a pluralidade da ocasião.
Os suspiros de liberdade oriundos da nossa “primavera” e a exponenciar as insatisfações do brasileiro com o status quo vêm tomando espaço no cotidiano até dos mais simples, aqueles à quem a vida vem aguerrida de pequenas tarefas, exercícios diários os quais de labuta os servem ao bom sono ao fim do dia; os destemperos da casta privada em que tornou-se o nosso conclave e encontram barreiras reais nos despropósitos dos mandatários ainda sejam legítimas formas de se expressar enquanto cidadãos e também por isso devendo contingenciar as decisões dos poderosos como – com alguma relutância – estes vêm sendo obrigados a fazer, o que observa-se inda pontuais e opacas.
Resistência.
Talvez a palavra da hora seja essa. Ninguém enquanto sociedade participativa agüentaria ao ponto no qual acercam-se as batalhas rueiras as injustiças e a inabilidade dos governantes de resolvê-las. Há por definição certos grupos radicais que, revoltosos, prestam o papel a quem coube a grande mídia chamar de “vândalos”; nem iremos entrar às conjecturas daí reminiscentes, porque pouco importa se são uns poucos; infiltrações conspiratórias ou elementos de classe tendo por única vazão de sua insatisfação - compreensível até – a prática violenta. Devemos, por outra óptica, lançar sobre esta colcha de retalhos um olhar solúvel, no sentido primeiro de adquirir solução, rememorar no passado a opção certa conquistada na luta (mesmo a armada) e, aprender com o que deu errado.
Toda a nação está envolvida, querendo ou não, nesta distensão histórica das tendências abusivas das práticas de poder. A visão do político, bem como a do cidadão, hoje, nada pode contra a insuflação das massas, a não ser partir para o campo da prática, erigir novas lideranças, ouvir as reclamações e, por fim, entabelar ao plano de governo que lhes toma o tempo em viagens para o exterior ou manipulações financeiras corruptas, à procura de um entendimento maior da situação para daí nasçam novos processos de cura para uma crise sistemática gritante a qual não converge de um erro do passado mas de uma ferida no presente que teima em sangrar.
As concepções futuras, virão a provar – ou não – a nossa capacidade de entender a humanidade.
Pedro Costa
Publiciário pela Universidade Federal do Ceará
Os suspiros de liberdade oriundos da nossa “primavera” e a exponenciar as insatisfações do brasileiro com o status quo vêm tomando espaço no cotidiano até dos mais simples, aqueles à quem a vida vem aguerrida de pequenas tarefas, exercícios diários os quais de labuta os servem ao bom sono ao fim do dia; os destemperos da casta privada em que tornou-se o nosso conclave e encontram barreiras reais nos despropósitos dos mandatários ainda sejam legítimas formas de se expressar enquanto cidadãos e também por isso devendo contingenciar as decisões dos poderosos como – com alguma relutância – estes vêm sendo obrigados a fazer, o que observa-se inda pontuais e opacas.
Resistência.
Talvez a palavra da hora seja essa. Ninguém enquanto sociedade participativa agüentaria ao ponto no qual acercam-se as batalhas rueiras as injustiças e a inabilidade dos governantes de resolvê-las. Há por definição certos grupos radicais que, revoltosos, prestam o papel a quem coube a grande mídia chamar de “vândalos”; nem iremos entrar às conjecturas daí reminiscentes, porque pouco importa se são uns poucos; infiltrações conspiratórias ou elementos de classe tendo por única vazão de sua insatisfação - compreensível até – a prática violenta. Devemos, por outra óptica, lançar sobre esta colcha de retalhos um olhar solúvel, no sentido primeiro de adquirir solução, rememorar no passado a opção certa conquistada na luta (mesmo a armada) e, aprender com o que deu errado.
Toda a nação está envolvida, querendo ou não, nesta distensão histórica das tendências abusivas das práticas de poder. A visão do político, bem como a do cidadão, hoje, nada pode contra a insuflação das massas, a não ser partir para o campo da prática, erigir novas lideranças, ouvir as reclamações e, por fim, entabelar ao plano de governo que lhes toma o tempo em viagens para o exterior ou manipulações financeiras corruptas, à procura de um entendimento maior da situação para daí nasçam novos processos de cura para uma crise sistemática gritante a qual não converge de um erro do passado mas de uma ferida no presente que teima em sangrar.
As concepções futuras, virão a provar – ou não – a nossa capacidade de entender a humanidade.
Pedro Costa
Publiciário pela Universidade Federal do Ceará
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Ex-Partidarismos
Reconfigura-se o sistema, a nível de informática, quando este apresenta algum “bug”; em outras palavras, uma falha apodera-se de sua configuração default e pede por uma correção para que aquele possa voltar à sua funcionalidade normal. Em termos de Brasil, a política tem-se mostrado semelhante a um softer que precisa de reparos, o antigo partidarismo, o qual acompanhara o sistema da fundação do Império à República, desvaneceu-se como poeira; apresentam-se os partidos hoje quais entidades extra-individuais e potencializam o político como um super-homem.
Uma leitura das contingências atuais no Brasil, demonstram justo esta defasagem, alianças surgindo e apagando-se como por troca de opiniões de seus partícipes e a adequação de cada sigla ao seu semelhante partidário; vinculando-se massas politiqueiras a um mesmo bloco e espargindo do cenário as antigas ideologias. É o que acontece hoje com PSB, partido surgido de 60 anos para cá e agora principal vitrina para a classe média, esta sempre buscando seu reflexo nas castas e, por algum otimismo, ainda demandando valor às velhas exceções fugidias de alguns nomes para quem sua representatividade ainda gera algum interesse ético e moral, inda saboreada a um novo prisma, desde quando a posse de um metalúrgico ao poder referendou a mesma classe à importância jamais tida por ela antes. Mas Lula, a quem refiro-me tacitamente, é do PT; um partido a respirar hoje ar de poderosos, responder por calúnias corruptivas e desenaltecer em uma rasa modelagem a, aos poucos, apagar-se nos seus já mais de 10 anos de governo.
E, agora, mais ainda o PT de Lula e da então presidenta Dilma Roussef, já aponta para a desinência socialista como uma ameaça a seu patronato. Com a escolha feita por Marina Silva – principal adversária estatística dos petistas – pelo socialismo de Eduardo Campos, neto do brilhante Miguel Arraes, e pré-candidato à República. A soma das forças alterou de fato o quadro para as eleições próximas, tendo Silva que alterar do conforto que seria seu partido mais novo, a Rede, para o campo de batalhas, alterando forças com Campos. Isto significa guerra. À população um espetáculo debordiano a aguarda e as conferências midiáticas, a partir do presente momento, deverão dar o tom dos alardes dia-a-dia.
Suplantado, o outro candidato à presidência, o peesedebista Aécio Neves, neto do não menos solene Tancredo, prova no amargor da despolarização política a esperança de passar para o segundo turno e contar com o apoio da aliança contra o governo situacionista. Mas isso já é outra história. De antemão, deveria melhorar o seu relacionamento com seus co-partidários; o PSDB encontra-se realmente enovelado, para dizer o mínimo. De qualquer forma, a mudança (não em parte mas em todo) finalmente veio à tona; a cargo de quem vai ficar a escolha do futuro, espera-se do eleitor visão e segurança para, numa precipitação sem tamanho, não acabar por levar-nos a nós todos à bancarrota.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Uma leitura das contingências atuais no Brasil, demonstram justo esta defasagem, alianças surgindo e apagando-se como por troca de opiniões de seus partícipes e a adequação de cada sigla ao seu semelhante partidário; vinculando-se massas politiqueiras a um mesmo bloco e espargindo do cenário as antigas ideologias. É o que acontece hoje com PSB, partido surgido de 60 anos para cá e agora principal vitrina para a classe média, esta sempre buscando seu reflexo nas castas e, por algum otimismo, ainda demandando valor às velhas exceções fugidias de alguns nomes para quem sua representatividade ainda gera algum interesse ético e moral, inda saboreada a um novo prisma, desde quando a posse de um metalúrgico ao poder referendou a mesma classe à importância jamais tida por ela antes. Mas Lula, a quem refiro-me tacitamente, é do PT; um partido a respirar hoje ar de poderosos, responder por calúnias corruptivas e desenaltecer em uma rasa modelagem a, aos poucos, apagar-se nos seus já mais de 10 anos de governo.
E, agora, mais ainda o PT de Lula e da então presidenta Dilma Roussef, já aponta para a desinência socialista como uma ameaça a seu patronato. Com a escolha feita por Marina Silva – principal adversária estatística dos petistas – pelo socialismo de Eduardo Campos, neto do brilhante Miguel Arraes, e pré-candidato à República. A soma das forças alterou de fato o quadro para as eleições próximas, tendo Silva que alterar do conforto que seria seu partido mais novo, a Rede, para o campo de batalhas, alterando forças com Campos. Isto significa guerra. À população um espetáculo debordiano a aguarda e as conferências midiáticas, a partir do presente momento, deverão dar o tom dos alardes dia-a-dia.
Suplantado, o outro candidato à presidência, o peesedebista Aécio Neves, neto do não menos solene Tancredo, prova no amargor da despolarização política a esperança de passar para o segundo turno e contar com o apoio da aliança contra o governo situacionista. Mas isso já é outra história. De antemão, deveria melhorar o seu relacionamento com seus co-partidários; o PSDB encontra-se realmente enovelado, para dizer o mínimo. De qualquer forma, a mudança (não em parte mas em todo) finalmente veio à tona; a cargo de quem vai ficar a escolha do futuro, espera-se do eleitor visão e segurança para, numa precipitação sem tamanho, não acabar por levar-nos a nós todos à bancarrota.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Encadeamentos
Surgem em meio às agremiações partidárias, nas cotas eleitoreiras e sob os acordes de uma nova política, as previsões para o cenário político-eleitoreiro de 2014.
Os evidentes pré-candidatos, nutridos à base de uma fermentação de egos inextrincável, aos encadeamentos dos seus mandatos e ao dos cargos pretendidos, enumeram-se às siglas, amontoando alguns partidos e esvaziando outros; como ainda, inaugurando novas alas da política independente na qual o viés do novo milênio aponta para um futuro incognoscível.
Políticos, agora tidos como “entidades”, reverberam farpas aos seus inimigos e resguardam aos aliados adjetivos suspeitos.
À corte, os mandantes; ao pleito, as devassas.
No continuum onde apresentam-se propostas – tendo sido a mais evidente, a de mudança – que acentuam no modo de fazer política um tônus avantajado de arrogante despeito; há falta de decoro. Por menos que se espere uma reviravolta nos rumos ao quadro dominante do ano próximo, é verdade que surgem novíssimas expressões de ideologias dormidas há tempos; agora a despertarem nos cidadãos vontade de ir às ruas por não mais aceitarem as condições propostas por seus governantes.
Neste clima de “ninguém é de ninguém”, algumas parcas exceções enumeram um pontificado desnutrido ante uma vazão mínima de seus apoiadores, a falácia reina nos media e a ética clama como jamais clamou. Seguros, esperdícios das contendas que os referiram os representantes do povo, nossos políticos adentram o imbróglio globalizante numa barca furada. A população cava a cova deles, na face mascarada do vandalismo e o impróprio advindo reina uma incógnita.
Suplantada advertência, o clamor das próximas eleições promete uma farsa inédita para o populacho, a ser vista sob um otimismo desfundado e carente de evasão. Extrínsecas fórmulas de governo extintas, pede a celeuma a prioridade ao menor – o cidadão minimalista ascende ao poder.
Por cada notícia impressa, a necessidade de governar, assumida a todas as camadas da sociedade, é então a nota de rodapé que a imprensa esqueceu de inscrever.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Os evidentes pré-candidatos, nutridos à base de uma fermentação de egos inextrincável, aos encadeamentos dos seus mandatos e ao dos cargos pretendidos, enumeram-se às siglas, amontoando alguns partidos e esvaziando outros; como ainda, inaugurando novas alas da política independente na qual o viés do novo milênio aponta para um futuro incognoscível.
Políticos, agora tidos como “entidades”, reverberam farpas aos seus inimigos e resguardam aos aliados adjetivos suspeitos.
À corte, os mandantes; ao pleito, as devassas.
No continuum onde apresentam-se propostas – tendo sido a mais evidente, a de mudança – que acentuam no modo de fazer política um tônus avantajado de arrogante despeito; há falta de decoro. Por menos que se espere uma reviravolta nos rumos ao quadro dominante do ano próximo, é verdade que surgem novíssimas expressões de ideologias dormidas há tempos; agora a despertarem nos cidadãos vontade de ir às ruas por não mais aceitarem as condições propostas por seus governantes.
Neste clima de “ninguém é de ninguém”, algumas parcas exceções enumeram um pontificado desnutrido ante uma vazão mínima de seus apoiadores, a falácia reina nos media e a ética clama como jamais clamou. Seguros, esperdícios das contendas que os referiram os representantes do povo, nossos políticos adentram o imbróglio globalizante numa barca furada. A população cava a cova deles, na face mascarada do vandalismo e o impróprio advindo reina uma incógnita.
Suplantada advertência, o clamor das próximas eleições promete uma farsa inédita para o populacho, a ser vista sob um otimismo desfundado e carente de evasão. Extrínsecas fórmulas de governo extintas, pede a celeuma a prioridade ao menor – o cidadão minimalista ascende ao poder.
Por cada notícia impressa, a necessidade de governar, assumida a todas as camadas da sociedade, é então a nota de rodapé que a imprensa esqueceu de inscrever.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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