O assassinato do líder da Al Qaeda, procurado No 1 nos Estados Unidos e protagonista dos atentados de 11 de setembro de 2011, Osama Bin Laden, morto pelas forças da inteligência norte americanas – CIA – causou um rebuliço na imprensa mundial.
O fato de ter sido encontrado numa mansão no lugar de em uma caverna escondida e na presença de uma mulher e outros comparsas que podem muito bem ser sua esposa e filhos trouxe à pauta um debate não menos que interessante: com a derrocada do líder terrorista sua imagem fica um tanto martirizada para os povos da mesma religião que Bin Laden, tendo atiçado assim a América de Obama a possível insurgência de seus seguidores contra os povos do ocidente, tendo como inspiração o líder morto, o medo de uma nova onda de atentados finca o pé em países do mundo inteiro.
Não sabe-se ao certo se o corpo de Osama foi realmente jogado ao mar em respeito aos ritos religiosos de seu país de origem, mas impedir a disseminação de sua imagem num mundo globalizado como o nosso é tarefa praticamente impossível. Espera-se então que daqui em diante o presidente Barack Obama tome as decisões corretas no sentido de não provocar um “endeusamento” da figura do assassino mais procurado de todos os tempos; e, que isso não fique em segredo trancado em algum cofre sob o poder dos americanos.
05/05/2011
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