Com a Europa em polvorosa, surgem novos ditames políticos a serem debatidos nas pautas de nossos governantes, até porque, agora o eixo do poder mudou de lado; quando era da população o dever de obedecer e cumprir as leis estatais, agora, mais que nunca, o Estado parece estar caindo nas mãos do povo.
Foi assim no Egito, está sendo assim na Líbia, com a queda iminente de Muamar Kadafi, sem mencionar as insurreições na Espanha e os destemperos “vândalos” dos jovens anarquistas londrinos.
O que acontece é que o mundo não é mais como era antigamente, insatisfeita com a sua posição nesta nova sociedade estamental, a massa parece ter aguerrido à palavra de ordem para ir de vez às ruas reclamar seus direitos.
Nossos vizinhos latino-americanos demonstram também um alto índice de reprovação para com seus governantes, indo ao campo de batalha para protestar – sendo desta feita também, a brasileira greve dos professores, servidores, entre outras, mesmo que em estado embrionário; fazendo valer máxima que acompanha o globo inteiro, a de uma nova ordem mundial.
Fortaleza, 22 de agosto de 2011
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