segunda-feira, 12 de setembro de 2011

As movimentações dentro do cenário político da capital, a partir da pré-candidatura da deputada estadual pelo PSB, Eliane Novais, vêm sendo foco de disseminação de debates tanto na assembléia legislativa como em outros postos contra a exacerbação e abusos cometidos pelos Ferreira Gomes em detrimento da ala histórica partidária, esta sob o comando do presidente municipal, Sergio Novais, irmão de Eliane, que pretende dar esclarecimento à população à respeito do que é capaz um grupo como o cirista, peças da política a serem revistas em suas posições e ações governamentais que sempre fizeram-se por demais atrocidades para com o dinheiro público.
Em carta para o presidente do partido, e, governador de pernambuco, Eduardo Campos, neto do falecido Miguel Arraes, grande mentor do PSB e contribuinte dos primórdios quando deu-se a criação do partido, apontando os vários deslizes que estão a ponto de serem todos eles justificados com a pretensão do grupo dos Ferreira Gomes de implicar seu poder com a decisão de desvincularem-se do partido os representantes da ala dos Novais.
Tanto está a acontecer ainda em tal panorama, que é preciso a elucidação de muito do que vem sendo feito pelos partidos opositores, a desempenharem papel de demolir as bases do PSB, entornando como natural uma verdadeira baixaria no cenário político da assembléia. Os ataques à Eliane foram precisos apesar de, grosso modo, muito pretenciosos, de alguns opositores que valeram-se dos divisórios hoje existentes entre os dois centros partidários do PSB.
Atenção para a onda de calúnias que estão sendo voltadas contra os Novais. Palavras mesmo de baixo calão tem sido usadas para defender um governo autocrático e anti-democrático, de uma leva de aproveitadores, a verem na situação na qual encontra-se a briga entre as duas facções socialistas. Este, sendo o principal motivo das discussões no plenário da assembléia.
Na carta que enviou a Eduardo Campos, Novais pôde ser efetivamente consistente em defender as prerrogativas fundadas pelos mais antigos, entre eles os ainda atuantes, como o vice-presidente Roberto Amaral. Os escrúpulos do poder os veremos derrubados se o devido cuidado não for dado por uma propensão oligárquica e coronelista das forças as quais hoje detêm o poder dentro dos ditames representativos do governo.
Ainda muito há o que acontecer nesta briga, Sergio avisando que não abrirá caminho para a destituição do partido, e reificando a todo momento a pré-cadidatura de Eliane. Há de observar-se por onde anda o poder, investigar o que estão a fazer dos votos da população, um esbanjamento de medidas sem importância direta para as premências do povo que os colocou no poder.
Se acontecer de estarmos vivendo uma política de intolerância, com os ataques diretos e abusivos à casta trabalhadora e preexistente aos Gomes, teremos pela frente lembrando, se aceitarmos calados, poderosos a deitarem e rolarem sobre as políticas públicas, desvirtuando os debates e proporcionando caminhos para as destituições de alas importantes e figurando posições alienígenas que vivem de migrarem entre partidos, resguardando-se de mostrar o rosto e executando para interesses próprios.

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