Pode Luizziane ter sido uma boa prefeita, mas isto não justifica seu comportamento após a derrota para Roberto Cláudio, entrevias ao imbróglio criado em torno do Reveillón 2012.
No lugar de suplantar a perda irremediável com ações no sentido de entregar ao seu sucessor uma prefeitura ordenada, graças ao seu empenho e em detrimento de especulações da ala oposicionista, que nem seu papel enquanto oposição soube muito bem fazer; o fato é que agora encontram-se no poder, esse fator desagregador no que se apresenta ao encargo do PT (Partido dos Trabalhadores) na pessoa da prefeita, em detentora do poder executivo municipal, poderia ser diferente, com mais brios e que deixasse como legado a sisudez necessária ao meio político ao qual acostumou-se a dar os ares de sua política, engrandecendo assim o processo de transição.
Mas não.
Lins amargurou. Criou enfado e agiu com imaturidade no conceito dos demais representantes; Elmano de Freitas seguindo a mesma trilha. É que nem só de vitórias vive-se este meio e de aceitamento e retidão sê-lo também feito. O problema do Reveillón deveria ser uma oportunidade para que a prefeita deixasse o cargo com elegância, mostrando a integridade de como comandou a cidade nestes últimos oito anos, algo de fácil remonta, já que, se detendo o controle sobre as últimas ações governamentais até que deixe a posição, o poder dever ser velado à população, privilegiada ante os demais interesses.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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