Da renúncia de um papa “old fashion”, do início do conclave, ao voto secreto no Vaticano. E, um papa do novo mundo é o escolhido para representar a Igreja Católica , subindo ao trono de Pedro.
Um torvelinho de emoções, num tempo de novo milênio onde a reforma, e a renovação premissas necessárias para o bom funcionamento da paróquia global, são a nova cara do poder religioso, o papa argentino, que leva o nome de São Francisco, e terá em voga o suplício dos mais necessitados; e que, se conforme as premissas franciscanas, deverá ajudar, estender a mão aos marginalizados, recuperar os ideais de igualdade a tanto comprometidos às minúcias da ação globalizante insipiente, reverte a tendência episcopal dando início a uma era de mudanças, de renovação.
A parábola só reverterá em inferências ao ponto em que a Fé resguarde-se à transformação clerical pela qual passaremos nos próximos anos. Assim, visto com bons olhos, o pleito papal deverá designar a ordem munidal, promover a tresvaloração do meio eclesiástico, por fim, atenuar as diferenças, recuperar as condolências e refratar do povo a emanação de uma necessária conversão cristã.
Sem que longe disso movam-lhos os motivos ateus para a descrença, os clérigos têm agora a difícil tarefa de mudar a imagem da Igreja, atenuar os entraves e apropiar suas medidas para a corrente trivial do pensamento cético. A ganhar força com tais espúrios.
Retiro de uma conclamação geral do papa antecessor a Bento XVI, a motivação para retificar a alheação da religiosidade, uma vez que depois daquele, seu sucessor entregou a batina pontífice acatado seu ato como corajoso; então, eis que nos chega alguém novo, dito de atos simplórios e representante do povo em ideologia. Pintam-se já os rostos as torcidas . Toda a rescisão do direito de representar o catolicismo sendo uma boa nova; servindo-nos para renovação da Fé.
Se portanto, positiva esta escolha, por quanto tempo mais?
Pedro Costa
Publicitário peça Universidade Federal do Ceará
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