quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dilma reage e repudia os EUA

Após adiamento de viagem em visita ao presidente Barack Obama, aportou Dilma Roussef às paragens de Nova York para definir o imbróglio da espionagem americana, delatada por Edward Snowden, ex-agente da Agência de Segurança Nacional (NSA), gerado quando este revelou segredos sobre monitoramento do governo dos Estados Unidos das linhas telefônicas e redes ao redor do mundo.

Procurando por Obama para discutir, em particular, o assunto Dilma mostrou-se decepcionada com a disposição dele para um possível pedido de desculpas e retratamento pelo fato consumado. Abrindo a reunião Das Nações Unidas, a presidenta vociferou um discurso contundente, no qual foram abordados os preâmbulos de soberania nacional desnorteados na prática sob quem o maior cargo executivo planetário invadira a privacidade e ferira o decoro, perturbando as relações diplomáticas entre os dois países aliados.

O posicionamento de Dilma, contornou algo em aviltar para longe uma subcondição a que estaria defasado o Estado brasileiro, prendendo a atenção dos demais estados presentes representativamente por seus líderes à reunião. Usando de palavras fortes, para enfatizar repúdio ante a ação de espionagem, pode a presidenta ter angariado louros à imagem do Brasil no exterior, tendo deixado claro não estar nem um pouco satisfeita com o processo em andamento.

Para nós brasileiros, uma atitude no sentido da emancipação política, coloca a determinação em continuar crescendo que parte de uma vontade popular, advinda de Dilma em relação ao caso Edward Snowden, refresca no seio dos cidadãos um sentimento de estar sendo representado com dignidade pelos seus gestores.

Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará

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