terça-feira, 24 de setembro de 2013

O Empório PSB

Por dias, a pauta jornalística, segue os rumos do PSB.

Eduardo Campos, presidente da sigla, anunciou a saída do partido dos cargos ocupados no governo, e gerou um rebuliço geral nos bastidores; as especulações ocupando as páginas dos jornais, convites para o ingresso a agentes políticos de renome, decisões tomadas ao calor do momento provocaram turbulência à ponto de gerar comentários contrários e críticas.

De fato, a saída pessebista fora recebida como uma ação contemplativa para o consentimento de mais cargos aos partidários e, consequentemente, o crescimento no quando já fortalecido desde as últimas eleições.

As más línguas atribuem tal atitude a uma vontade de ganhar poder aliando-se à direita; e, a isso a mesma oposição deixa nublados os horizontes, no que as acusações partam principalmente do Partido dos Trabalhadores. Realmente, um afastamento da situação – inda resguardada – poderia confluir em um pacto entre PSDB e PSB, algo a naturalmente prosseguir da decisão, porém apenas verossimilhante enquanto nada absolutamente se faça no sentido de atrelar a si uma ideologia própria, a servir de base idealista para as futuras decisões daí advindas.

Por outro lado, as acareações promovidas por Campos e seus aliados – os Novais, da ala histórica – refletem ainda uma posição de progressividade na proporção de votos conseguida nas últimas eleições, e mais, a necessidade de um novo projeto político para o país, em uma palavra, o cumprimento destas atribulações deveria levar à política uma alternativa de governo além da polarização, aliás, uma marca histórica do levante brasileiro, que deve angariar forças para propor a mudança.

Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará

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