terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ansiedade Política

Com a proximidade da data das eleições, a ocorrerem a 07 de outubro do corrente ano, vivemos momentos de ansiedade política.
Em muito tempo não observamos uma vontade por parte da população da escolha para com seus candidatos por um país melhor. Entendo aqui as tribulações servirem em primeiro plano para uma escolha mais pensada e mais democrática. Os eleitores parecem ter ciência de para quem dirigirão seu voto e os representantes mostram simpatia com o processo, no lugar de subestimar a comunidade, pondo-a como alvo de suas metas, ou seja, o eleitor é mais respeitado, o que é maravilhoso em índices democráticos.
Não obstante, alguns retrocessos podem ser observados, ainda existem as promessas megalômanas e a demagogia que fere o orgulho do eleitorado. Por outro lado, a estabilidade dos discursos aponta um processo mais coerente e deliberativo. Os entraves mais baixos ficam relegados ao leu enquanto ninguém quer rastejar para pedir votos, mas o fazendo de modo categórico.
A ansiedade é devido a se, mesmo ocorrendo desta forma, a eleição não virará uma peça pregada naqueles que mais acreditam, e, portanto, são considerados ingênuos, distanciando a ética do terreno mais humano, próximo ao das massas, manobra eleitoral muita vez conquistada a custo de voto de cabresto. Quanto ao resultado final, só o tempo dirá.

Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará

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