A redução da tarifa elétrica, que beneficiará tanto os consumidores populares como o setor industrial, ao contraponto do “apagão” ocorrido durante o governo de FHC, no mínimo, significa uma política voltada para as causas sérias, às prioridades às quais deve dar-se uma medida desta magnitude.
O fato, se não visto em seu significado global, ou seja, o de um acerto de contas com o cidadão passaria como apenas mais uma relocação de verbas do que uma reaproximação com o povo brasileiro de forma direta e contundente, empreendendo ações no mesmo sentido para os próximos anos.
A presidenta Dilma, com a fama de falar pouco e fazer muito, tem tido um grau de aprovação estratosférico a indiciar o molde baseado na seriedade com que governa o país.
Todos sabemos, as vicissitudes de um acordo desta magnitude, implicam entre outras coisas em mudanças, tais quais o crescimento econômico e mais dinheiro no bolso do consumidor; tendo este mais para impingir a economia fazendo o capital circular de maneira segura.
Logo, um acerto assim impactará gerando mais emprego e mais renda; mais oportunidade e abonando o brasileiro das camadas mais pobres.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
Nenhum comentário:
Postar um comentário