Prospectos da saúde, o convite aos médicos do exterior para trabalhar no país, pelo plano de governo visando aumentar a qualidade do serviço frente aos índices deploráveis referentes ao quesito, e que alertam a população de quem parte a ideia geral de que a saúde no Brasil é precária e insuficiente para atender sua demanda, revela na necessidade de um maior contingente desses profissionais uma realidade decadente, a qual deve ser sujeitada ao programa para melhorar seus quadros.
No entanto, a medida tem provocado diferentes opiniões entre os brasileiros; os que mais apoiam o projeto são aqueles de menor formação, ao passo em que a casta mais arregimentada pelo – também defasado – sistema de ensino, enxerga a ação com severas críticas, opondo-se ao quanto o serviço deveria tratar-se de uma melhor formação dos agentes da saúde pública incidentes no país; como a lei vetada a partir da qual para medicar os médicos teriam de verificar sua competência ante dois anos de passagem pelo Sistema Único de Saúde, mas ainda assim, os números evidenciam que a classe menos abastada e de quem a preferência pelo partido dos trabalhadores é um fato consumado reagiu de bom grado à medida, pois que em tratando-se de saúde, um antígeno cautelar a curto prazo seria melhor do que uma extensão a longo prazo das políticas públicas voltadas para o ramo.
De certo, temos que já vale a monção; atribuindo aos membros do corpo médico do exterior que muitos já encontram-se aqui e procede a liquefação dos anseios por uma discussão maior a este respeito, ou seja, no sentido de mudança o sistema já foi modificado, as gerências do programa sendo aplicadas no modo no qual as tramitações vão-se desfazendo em atitudes concretas, e se observa já profissionais da área inseridos dentro dos limites da nação.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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