A serviço divino, o Papa Francisco veio ao Brasil sob os acordes da Jornada Mundial da Juventude.
Nota-se logo de cara, um despredimento das noções ortodoxas experimentada em promessas de uma liderança religiosa à qual abrem-se como uma missão, para com os mais pobres; os fracos e os excluídos.
Algumas ações pontuais externaram, porquanto fossem delegadas a esculpir o rosto do Pontífice; uma altaneira revisão de seus antecessores, verdadeira prática da vocação que Francisco aparenta reter por princípio, e, qual pode-se verificar nas posições por quem fora assistido quando pediu abolissem-se alguns “obstáculos”, normalmente auferidos à face de um poder soberano, quais os mesmos o distanciaria dos fiéis; ardorosamente abismados com a sua proximidade do povo.
Experiente, e carismático, Francisco empresta na humildade dos seus discursos a proposição de uma existência mais branda e tolerante ante as diferenças, ainda que, reserve mais para si uma visão da qual a tradição é influente e reverente ao mesmo tempo; à conquista dos brasileiros atrelando missão de fé, com a destinação para a vida em unção com os dogmas da Igreja, muito embora, ele próprio reconheça ser um Papa das mudanças.
Pouco reticente, despediu-se pedindo que orem por ele, confiante e sadio.
A visita fora um claro episódio da participação, e de sua importância, da religião no meio social; seja frente a quaisquer adversidades; provocar a população cristã ao enleio com a sabedoria, talvez sendo o recado do qual registraram os povos do mundo, com a chegada de uma nova liderança.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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