“Ciro Gomes engrandeceu o debate republicano”, disse Eduardo Campos, líder nacional do PSB, apesar da notícia de que o deputado federal não terá sua candidatura à presidência oficializada pelo partido socialista brasileiro.
Dos diretórios estaduais, apenas sete queriam que o partido saísse com um candidato próprio. Eduardo Campos (PE) e Wilma Maia (RN), o vice-presidente Roberto Amaral, e o primeiro secretário da Executiva Nacional, Carlos Siqueira, comandaram a tropa de choque para anunciar: Ciro não será candidato ao Palácio do Planalto. Ciro não foi encontrado pelos jornalistas para falar da decisão tomada em relação à sua candidatura ao Planalto.
Para a oposição, a saída de Ciro do cenário da corrida eleitoral foi vista como uma boa notícia, haja visto que com o PSB apoiando Dilma, no lugar de manter candidatura própria, Serra conseguiria mais força de penetração no Nordeste, ainda mais, porque a influência do também tucano Tasso Jereissati sempre foi muito forte naquela região, e mais precisamente no Estado do Ceará, onde Ciro tem suas raízes.
Agora, as atenções voltam-se para o posicionamento de Ciro para com a candidatura da candidata do PT, Dilma Roussef. Não sabe-se ainda se irá declarar apoio à ela, já que esteve disparado farpas ao presidente Lula em sua busca pela candidatura, o que continua fazendo.
Fortaleza, 28/04/2010
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