A candidata do PCB para o governo do Estado foi personagem numa entrevista do jornal O Povo que foi publicada hoje (12/07). De acordo com a reportagem do jornal, Maria da Natividade, ou Nati como gosta de ser chamada, aponta como alguém disposta a enfrentar a campanha eleitoreira de igual para igual, mesmo tendo em seu discurso, frases amenas e ser de um colóquio fácil; ela não ataca muito, apenas defende seus pontos de vista e define suas metas para o caso da eleição: "Em quatro anos vai ser outro Ceará", desfere para o entrevistador.
Estudou no Liceu do Ceará, onde teve o primeiro contato com a política, algo estranho à princípio, mas que foi sendo cada vez mais por ela assimilado, fazendo com que Nati aprendesse do jogo e da desenvoltura necessários para uma candidatura e, mesmo sabendo que vai brigar com pêsos pesados do cenário políticos regional, não mostra temor algum, como alguém que sempre cumpriu com seus deveres sociais, e isso inclusive na juventude quando teve que enfrentar a ditadura, além de passar pelo movimento das Diretas Já, sempre como ativista. Graduada em História e Filosofia, em 1978, chega ao comando do Sindicato dos Bancários, onde permanece por nove anos.
Instigada a pensar como governadora do Estado, a comunista tem noção de que a revolução não começará aqui, mesmo assim, isso não seria um impedimento para investir pesado no social e "estancar a sangria da corrupção". Natividade já foi candidata a deputada estadual em 1986.
Fortaleza, 12/07/2010
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