Alegando ter o objetivo de apenas enriquecer urânio com fins medicinais, o Irã volta a assustar a comunidade internacional, chegando a relatar ter já conseguido o urânio à 80%, perto dos 90 necessários para a construção da bomba. Apesar do descrédito de certos analistas de que o país possua a tecnologia para gerar o elemento que é o urânio a um grau mais próximo do necessário para a construção da arma de maior potência nuclear, o presidente Ahmadinejad anunciou que o urânio à 3,5% já está sendo fabricado, aumentando seu estoque em solo iraniano.
Ahmadinejad disse também que triplicará a quantidade do urânio rapidamente, fato que se verídico vai justamente de encontro contra a vontade dos Estados Unidos, que sempre alegaram o projeto nuclear iraniano como perigoso para todos os países do globo e, à despeito do que ocorreu no Iraque quando houve a invasão de tropas americanas com o motivo alegado de que aquele país também estava guardando armas de destruição em massa, denunciam o presidente iraniano como uma espécie de ameaça global.
No entanto, apesar de reconhecer abertamente que seu programa nuclear é efetivo, o Irã também defende-se, alegando que apesar de ter os atributos necessários para a construção de armas nucleares, ou pelo menos, de enriquecer o urânio em grau e quantidade necessária para tal, não precisar e, ser “suficientemente valente” para anunciar antes de qualquer movimento armamentista que o faria. "Quando nós dizemos que não vamos fabricar uma bomba, nós falamos a verdade, e nós não acreditamos em produzir uma bomba", afirmou Ahmadinejad
Fortaleza, 11/02/2010
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