Do momento em que pôs as roupas de Sumo Pontífice até os dias de hoje, o Papa Bento XVI, ou, como era conhecido antes, Joseph Ratzinger, não concluiu uma semana sem que escândalos ligados ou à Igreja como um todo como à sua pessoa mais diretamente, não tomassem as páginas dos jornais de todo o mundo. A crise da Igreja é hoje, a crise do Vaticano, onde clérigos dos mais diversos escalões vão caindo feito peças de dominó em denúncias de atos de pedofilia para com os seminaristas, que inocentes, dispunham-se aos seus serviços.
Talvez a apresentação inicial do Papa Bento XVI, quando alegou não estar preparado para encarregar-se do título então recebido, venha a confirmar hoje que realmente não é a sua vocação entrar como o mais alto escalão da Igreja Católica Apostólica Romana.
Os desgastes são visíveis e a instituição perde força. Não sabe-se onde vai parar a onda desgovernada de reclames a deixarem em saia justa os membros mais prolíficos da Igreja, a começar pelo próprio irmão de Ratzinger, acusado de seduzir menores e outros mais que tiveram suas ações todas encobertas, tendo isso sido revelado dia desses ainda.
Para o futuro, como bons otimistas, devemos acreditar que a coisa toda se esclareça, o que não vem ao caso se o velho Ratzinger não tomar as decisões acertadas dessa vez.
Fortaleza, 26/04/2010
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