segunda-feira, 23 de abril de 2012
Combate à Corrupção
À tomada de poder pelo Partido dos Trabalhadores, o que sucedeu foram inúmeros casos de denúncia de corrupção. O maior deles, o caso do mensalão, uma espécie de mesada concedida a parlamentares em troca de votos – ainda com reverberações no que tange ao que ficou esclarecido pelos acusados de modo contestável, que se não tiveram seus mandatos cassados, como foi o caso de José Dirceu (PT), houveram de renunciar aos seus cargos, o que ocorreu com Roberto jeferson (PDT), como medida de retaliação por parte do governo -, gerou uma polêmica de grandiosas proporções no período em que presidia Luis Inácio Lula da Silva.
Passou algum tempo e, apoiada por Lula após oito anos de liderança, Dilma Roussef assume o cargo maior da política nacional. O observado agora é um “cai-cai” de ministros acusados de envolvimento em processos de natureza corrupta. Para si tomou a presidenta a tarefa de combater a lama deixada por politicagens de vantagens e caixas dois nas entranhas do seu mandato. Com o passar do tempo, os acusados foram deixando seus cargos, um a um, para que outros subissem ao poder sob o delego de Dilma. Quando esperava-se extinguir-se a cadeia corruptora, surgiram novos casos e, as mesmas medidas, com muita severidade, eram aplicadas igualmente a estes casos que se seguiram aos demais, regurgitando um imbróglio que gerou um clima tenso dentro das castas governamentais.
Mais recentemente, a secretário de Estado norte americano de Barack Obama, Hillary Clinton, em visita ao Brasil, elogiou a postura da presidenta, relatando como necessário o combate contra a corrupção, e remetendo ao palácio do planalto venerações quanto à continuidade dada por Dilma às políticas de Lula, ainda assim imprimindo sua marca como governante, o que é bastante importante; não só pela procedência do elogio, mas também para a população que dá à presidenta os maiores índices de aprovação da história.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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