Uma certa inércia compete com os eventos do atual segundo turno em Fortaleza. Com a polarização dos votos, o equilíbrio segue mantendo sob movimentação inócua o rumo das candidaturas.
Dos pleiteantes a nível de primeiro turno, apenas Inácio Arruda (PCdoB) abarcou apoio ao socialista Roberto Cláudio, do governador Cid Gomes. Heitor Ferrer e Renato Roseno já adiantaram deixar em aberto para seus eleitores a escolha; a migração tornando-se então fator de suma importância para a decisão final no dia 28 de outubro quando os fortalezenses retornam às urnas.
Moroni Torgan, rebaixado ao prelo inicial ainda não se posicionou; assim como Marcos Cals.
Supostamente os bairros que abrigam as camadas mais populares votariam em Elmano de Freitas (PT); ao passo em que Roberto Cláudio (PSB) angariaria a preferência da elite, de classes mais abastadas.
Neste ponto, o erro pode ser fatal.
Lula aponta como possibilidade vir à capital cearense para falar em nome de Elmano, o que mostra o prestígio dado às eleições do município em contrapartida com outras cidades, entre elas, São Paulo.
Ambos os partidos cresceram bastante. Conseguiram posições importantes em todo o país evidenciando a preponderância da esquerda no pensamento do povo brasileiro.
Assim teremos a eleição mais dura desde muito tempo, mesmo até maior que a de Luizianne e talvez que a de Maria Luiza.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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