Trabalhar, morar, estudar; enfim, viver sem água, não é viver.
Os prenúncios dizem deste recurso natural renovável ter detento sua falta como efeito da desatenção do homem para com seu uso e função; em alguns lugares servindo ao banho do burguês, que dura dez minutos; em outros, escassa, a água é uma necessidade básica para o ser humano.
As condições sob as quais participam as decisões no sentido de privatizar os meios, geram a demanda de permanecer um requerente para o usufruto em sociedade, o consumo do bem.
Escassa em alguns cantos do globo; estiagens no sertão mostram-nos da premência de uma ação revogada a levar aos locais onde é mais preciso para as plantações agrícolas, bem como para o banho, e ingestão - tiro o qual observamos de qualidade duvidosa, a água, mesmo nos recursos os quais dão-se a remediar a problemática; a falta de vontade política, se entrava como o maior impensílio para dar-se cabo da falta d’água.
Definir prioridades, auferir um sistema de irrigação que beneficie as camadas mais necessitadas e garantir a safra, são apenas alguns dos requerentes pelos quais vemos em pauta a questão da água.
Responder, à força maior da natureza; com medidas legais; investimentos de sistemas agrícolas, em açudes e contribuições de ordem sistemática, realçam o pouco feito nesse sentido. Enquanto o lucro com a seca ainda é uma prática comum. Separar não somente para as paragens interioranas, onde o caso é mais sério; garantir sistemas de infra-estrutura de esgoto e distribuição nas cidades, é também pauta de conversação, e, acima disto, garantir à população a qualidade, um ensejo de um aproveitamento funcional das águas das chuvas, em reservatórios para redistribuição equalitária do bem maior.
Pedro Costa
Publicitário pela Universidade Federal do Ceará
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